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Arquivo de Macaé - Rumo ao Mar https://rumoaomar.org.br/?taxonomy=lugar&term=macae Tudo sobre o mar Sun, 03 May 2026 12:30:38 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.7 Expedição Anamauê chega ao destino Niterói (RJ), tornando-se a maior do Brasil https://rumoaomar.org.br/esporte/expedicao-anamaue-chega-ao-destino-niteroi-rj-tornando-se-a-maior-do-brasil/ Tue, 19 Jan 2021 19:18:31 +0000 https://rumoaomar.org.br/?p=1223 Seis remadores e velejadores do RJ e ES saíram no dia 24/12/2020 de Arraial D´Ajuda (BA). Após 22 dias, 1.060 km remando e velejando, concluíram na tarde de sexta sexta feira – 15/01/2021, o último trecho com 120 km, de Arraial do Cabo a Niterói (RJ). Depois de 22 dias, 1.060 km navegados a vela […]

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Seis remadores e velejadores do RJ e ES saíram no dia 24/12/2020 de Arraial D´Ajuda (BA). Após 22 dias, 1.060 km remando e velejando, concluíram na tarde de sexta sexta feira – 15/01/2021, o último trecho com 120 km, de Arraial do Cabo a Niterói (RJ).

Depois de 22 dias, 1.060 km navegados a vela e a remo, a 4ª edição da Expedição Anamauê chegou ao fim na tarde da sexta-feira, dia 15 de Janeiro 2021, no CEM – Centro de Estudos do Mar, na praia de Jurujuba, em Niterói (RJ), tornando-se a maior expedição de canoa havaiana do Brasil em trajeto inédito.

Os seis remadores dos estados do Rio de Janeiro e do Espírito Santo concluíram os últimos 120 km do trajeto saindo de Arraial do Cabo (RJ), na Região dos Lagos, com 13 horas de duração, na canoa havaiana V6 para seis tripulantes, apelidada de Jubarte pelos atletas. Eles acordaram à 0h de sexta-feira, saíram às 2h30 e chegaram em Niterói por volta das 16h.

Os velejadores/remadores do Rio de Janeiro e do Espírito Santo saíram no dia 24 de dezembro 2020, na véspera de Natal, de Arraial d´Ajuda, no sul da Bahia. Navegaram ao todo em 14 dias, ficando parados nos demais 9 dias, por conta de condições ruins de tempo e do mar.

Destaques da tripulação em canoa havaiana

Foi a primeira tripulação a ultrapassar a marca dos 1.000 km, primeira tripulação a cruzar o Cabo de São Thomé, na região de Campos (RJ) e, a primeira tripulação brasileira a fazer o trajeto direto de Arraial do Cabo a Niterói sem apoio, tudo em uma canoa havaiana V 6.

Testemunho dos tripulantes

Daniel Gnone, mais jovem tripulante, da capital do Rio de Janeiro, comentou sobre o último dia de expedição: “No último dia navegamos na escuridão, com água muito gelada, uma navegação que exigiu bastante da tripulação: estar atenta aos sinais, barulhos de outras possíveis embarcações, ondulações que ficam difíceis de ver à noite. Muito frio. O dia nasceu nublado, só foi esquentar lá pelas 8 da manhã, momento mais frio da viagem. Navegação bem dura. Por volta de meio-dia ao contrário, muito quente e ficamos parte navegando à vela, parte à remo, vento entrava e acabava. Mantivemos a constância, para não deixar a canoa parada. Quando o vento diminuía, remávamos mantendo a média de 9, 10 km/h, não fosse isso não teríamos conseguido chegar no horário”, disse.

“Depois de 22 dias concluímos nosso grande objetivo de vida. Foi um ano de planejamento e 22 dias de execução e só foi possível graças à equipe. Como um dos líderes e capitão, tive momentos muito duros. Todos os dias que íamos para o mar precisava pensar que existiam cinco vidas comigo e não podia errar nas escolhas. Já vivíamos no risco numa canoa e barco adaptado com vela e tínhamos que ter a sagacidade de não colocar a tripulação em risco. Em alguns dias não pudemos sair para não colocar a tripulação em risco diante de condições inadequadas”, declarou Douglas Moura, de Niterói (RJ).

“Quando chegamos, foi maravilhoso. Nos tornamos a primeira tripulação a ultrapassar a marca dos 1000 km de canoa havaiana no Brasil. Passamos por locais remotos, sem possibilidades de desembarque que nos fez ter pernas extremamente duras e um planejamento muito preciso. Caso da última parte saindo de Arraial do Cabo às 2 da manhã para conseguir o objetivo de navegar 120 km, para chegar em casa. Pelo caminho visuais lindos, incríveis e uma grande ajuda das pessoas. O que vemos na mídia do momento são somente coisas ruins diante do momento que vivemos, mas o que pudemos constatar é que se chegamos com muita humildade e vontade as pessoas ajudam, as pessoas são boas. Não ficamos desamparados em nenhum momento. Foi uma experiência única e agradeço à toda equipe, Tavo Calfat, que foi meu braço direito, sem ele não teríamos conseguido. Foi um ponto forte junto comigo. Temos vivência de 15 anos de mar, é um grande irmão. Daniel Gnone, Bárbara, Ranin e a dupla Chico e o Guido que chegaram no último momento para ajudarem o time. Cruzamos o temido Cabo de São Thomé; somos a primeira tripulação a navegar pelo sul do Espírito Santo e Norte do Rio de Janeiro. Foi uma grande conquista e agora é saborear e comemorar com amigos, familiares. Foi um feito. A adaptabilidade é a grande palavra, tivemos que nos adaptar bastante, desde que perdemos dois tripulantes em Grussaí, lugar que não conhecíamos ninguém, longe de tudo. Quando o mar ficou grande não desistimos. Persistência, resiliência. Nós temos coragem, mas o que levo comigo é um enorme respeito pelo mar que, é muito mais forte. Se não tivermos essa consciência, iremos nos dar mal. Agradecemos a todo mundo que nos acompanhou, que nos apoiou, a CORE que foi a principal responsável”, finalizou.

Daniel Gnone comentou sobre seu maior desafio: “Sentimento enorme de gratidão a todos que participaram, contribuíram de alguma forma, agradecendo muito à natureza por ter contribuído para termos concluído. Um dos maiores aprendizados que eu tiro é a persistência da equipe. Sentimento de dever cumprido, felicidade. Muita coisa que está vindo ainda”.

Barbara Guimarães, de Vitória (ES), comemorou ser a primeira mulher a fazer esse tipo de travessia: “Uma das coisas que mais gosto de fazer é me desafiar, saber o limite em que posso chegar. A travessia me mostrou a força e resiliência que eu tenho. Mesmo com todos desafios e incertezas durante as velejadas e remadas, tudo foi leve e muito prazeroso, com pessoas que com certeza são mais amigos agora do que quando começou a expedição. Estou muito feliz por ser a primeira mulher a fazer uma expedição dessa magnitude no Brasil, pela importância dessa representatividade e mostrar do que somos capazes.”

“Pra mim, os momentos mais tensos foram: a saída de Grussaí, quando a canoa alagou e eu tinha certeza que ela ia quebrar quando tirasse da água. Mas felizmente a canoa saiu ilesa e conseguimos cortar a ondulação e, completar essa pernada que foi a mais longa. Chegamos de noite, com várias dores musculares mas tivemos vários presentes durante o trajeto, como várias aves e golfinhos passando perto da canoa, passamos tranquilamente pelo Cabo de São Thomé, que era um dos locais mais temidos, o pôr do sol do mar foi incrível, de noite vimos estrelas cadentes e algas bioluminescente. Em resumo. Mesmo com alguns perrengues, o céu e o mar sempre nos dava algum presente”, finalizou.

Tavo Calfat, comentou: “Apesar de ter feito várias travessias à vela, essa foi uma expedição diferente,muito perto da costa, muito perto da água, a canoa é muito baixa e sempre ficamos navegando pertinho da água, com conforto limitado”, disse: “A interação com todos os tripulantes é muito próxima, mais que num barco à vela,então isso tudo dá uma sensação de integração com a natureza muito grande,sensação de felicidade e bem-estar quando a canoa está andando. Conexão com a natureza. Fomos ao longo do tempo entendendo as limitações da canoa para fazer tudo na maior segurança. Fora isso, diariamente tínhamos as missões de embarque e desembarque e, acharmos lugares para dormir . É incrível o que a canoa traz, ela traz amigos . Conhecemos pessoas incríveis pelo caminho que nos ajudaram e nos deixaram sem palavras . As pessoas se identificam com a gente, com nosso objetivo, com nosso propósito e sempre acabam ajudando. Isso só aumentou a vontade e alegria de passar por tudo que passamos e, atingir o objetivo”, finalizou.

O trajeto

O primeiro destino foi a praia de Corumbau, no município de Prado (BA), depois desembarcaram na praia do Prado (BA). Condições ruins impediram que a tripulação saísse no dia 26. No dia 27 foram para Nova Viçosa navegando e remando por 80 km. Na segunda-feira tiveram que abortar a chegada na divisa com o Espírito Santo por uma tempestade e desembarcaram na praia de Mucuri, na Costa Dourada. O último trajeto antes da virada do ano foi até Regência, o maior deles com 100 km onde, aportaram na base da Canoa Polinésia Pataxó, comandada por Ranin Thomé, um dos líderes da 4ª Expedição Anamauê. No dia 2 rumaram para a capital do ES, Vitória. No dia 3 partiram em trajeto mais curto para Anchieta (ES) e no dia 4 foram para o extremo sul do estado, em Marataízes (ES) até cruzarem a divisa com o RJ na terça-feira da semana passada, passada onde foram obrigados a permanecer três dias esperando melhoras nas condições do mar. No final de semana, saíram da praia de Grussaí, em Barra de São João (RJ) e, levaram mais de 12h no mar até aportarem em Macaé (RJ) cruzando o temido Cabo de São Thomé, na região de Campos (RJ). No dia seguinte mais um dia duro para alcançarem Búzios (RJ) com ventos de 30 nós, algumas avarias no barco e muita disposição até uma reta final com surfe por cerca de vinte minutos. Condições ruins do mar fizeram a tripulação ficar alguns dias em Búzios até partirem na última quinta com destino a Arraial do Cabo para finalizar na sexta em Niterói.

O trajeto foi inédito, percorrendo o litoral sul da Bahia, todo o litoral do Espírito Santo, Norte Fluminense e, Região dos Lagos no Rio de Janeiro. Os tripulantes ficarm dias inteiros no mar sem o auxílio de equipamentos eletrônicos, apenas com uma bússola e cartas náuticas.

A expedição foi realizada com uma canoa havaiana V6 adaptada com duas velas numa parceria com a CORE VA´A.

A expedição foi acompanhada pelo aplicativo SPOT e também pelo instagram da equipe @anamauevaa com fotos, vídeos e stories.

Os atletas levaram seus mantimentos e equipamentos para dormir nas praias mais remotas do litoral.

Veja como foi o percurso da expedição

Dia 24/12 – Arraial D´Ajuda – Ponta do Corumbaú (BA):30 milhas náuticas

Dia 25/12 – Ponta do Corumbau (BA) – Prado (BA): 30 milhas

Dia 26/12 – Sem navegação – Condições ruins do mar

Dia 27/12 – Prado (BA) – Nova Viçosa (BA)

Dia 28/12 – Nova Viçosa (BA) – Mucuri (BA)

Dia 29/12 – Mucuri (BA) – Barra Nova (ES): 30 Milhas Náuticas

Dia 30/12 – Barra Nova – Regência (ES) : 54 Milhas Náuticas

Dia 02/01 – Regência (ES) – Vitória (ES): 40 Mn

Dia 03/01 – Vitória (ES) – Anchieta (ES): 35 Mn

Dia 04/01 – Anchieta (ES) – Marataízes (ES): 20Mn

Dia 05/01 – Marataízes (ES) – Barra de São João (RJ): 30 Mn

Dia 06/01 – Mar grande, tripulação em terra

Dia 07/01 – Mar grande, tripulação em terra

Dia 08/01 – Mar grande, tripulação em terra

Dia 09/01 – Barra de São João (RJ)  Macaé (RJ): 65 Mn

Dia 10/01 – Macaé (RJ) Búzios (RJ): 35 Mn

Dia 14/01 – Búzios (RJ) – Arraial do Cabo (RJ): 25Mn

Dia 15/01 – 14º Dia Arraial do Cabo (RJ) Niterói (RJ): 65 Mn

Tripulação:

Douglas Moura, natural de Niterói (RJ), mora em Jurujuba, tem 39 anos, fundador do Icarahy Canoa Clube, Niihau Aventuras Controladas e do Centro de Estudos do Mar. Capitão Amador, co-fundador do Anamauê e desbravador de diversas rotas de navegação de canoa havaiana e polinésia. Ele é atleta de Canoa Havaiana desde 2005. Em competição disputou provas como a Rio VA`A, Santo Amaro, Vendee VA`A (maior da europa e 2ª maior do mundo, na França), Vancouver Island Challenge (Canadá); Lotus VA`A Challenge.

Francisco Viniegra, do Rio de Janeiro (RJ), rema há 15 anos, foi integrante da 1ª tripulação Anamauê, focado em travessias de longas distâncias e atleta de Canoa Havaiana.

Guido Serafini, de Niterói (RJ), rema há seis meses, é bombeiro (guarda-vidas) , chega para somar no último trecho com a experiência de mar.

Tavo Calfat, natural de Niterói (RJ), 47 anos, desenhista industrial, velejador desde os sete anos e remador de canoa desde os 2007. Passou boa parte da vida em barcos à vela, já realizou travessias oceânicas e inúmeras travessias menores. Na canoa tem títulos na Volta de Ilhabela (SP) e Rei de Búzios (RJ) onde mora hoje em dia.

Daniel Gomez Gnone, 25 anos, natural do Rio de Janeiro. Engenheiro de Produção. Fundador do Granolas Mauka e remador do Calango Wa´A. Amante da natureza e do Va´A, tendo sido criado em contato com o mar, desenvolve projetos de reciclagem de plástico para a produção de peças para navegação.

Barbara Guimarães, de 29 anos, nasceu em Sto. André (SP), se radicou e, Vitória (ES), é oceanógrafa, instrutora e atleta de Va´A, do clube CPP Extreme . Apaixonada por canoa havaiana e com experiência de longas travessias.

A expedição contou também com o casal Ranin Thomé e Dayana Gualberto, de Regência (ES). Eles precisaram deixar a tripulação no norte do estado do Rio de Janeiro por questões particulares.

Sobre a Canoa Havaiana

Canoa Havaiana ou Polinésia, são nomes para determinar o esporte que surgiu na região polinésia e que originalmente é conhecido como Va´A, Wa´A ou Waka. A cultura da canoa existe há mais de 3 mil anos e elas foram inicialmente usadas pelos povos polinésios com a necessidade de colonizar novas terras na região polinésia, conjunto de ilhas do Pacífico que incluem Tahiti, Havaí.

Os povos polinésios usavam canoas como meio de transporte entre as ilhas e cada povoado construía suas canoas com características locais. No Havaí, que possui mar agitado, as canoas possuem curvatura de fundo envergada, e no Tahiti, as canoas possuem formato mais alongado e cockpit fechado.

No Brasil a cultura da prática do esporte da canoa havaiana ou polinésia vem aumentando no decorrer dos anos e diversificando com práticas de travessias, expedições e competições com destaques para clubes de canoas no litoral do Rio de Janeiro, Espírito Santo e São Paulo. Somente em Niterói (RJ) são 33 clubes de canoa com cerca de dois mil remadores. No Espírito Santo são 21 clubes, com cerca de 1.500 remadores.

Assista o vídeo da última etapa da expedição

Mais detalhes com Fabrizio Gallas – +55 21 994004061 (tel e whatsapp)

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Expedição Anamauê aporta em Arraial do Cabo (RJ) e chegará em Niterói (RJ), neste final de semana. https://rumoaomar.org.br/esporte/expedicao-anamaue-aporta-em-arraial-do-cabo-rj-e-chegara-em-niteroi-rj-neste-final-de-semana/ Sat, 16 Jan 2021 17:13:08 +0000 https://rumoaomar.org.br/?p=1218 Seis remadores e velejadores do RJ e ES saíram no dia 24 de Arraial D´Ajuda (BA) e chegarão neste final de semana na praia de Jurujuba, em Niterói, na maior expedição de canoa havaiana. Para cumprir o último trecho, eles sairão de madrugada e vão remar de noite e por 120 km rumo ao destino […]

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Seis remadores e velejadores do RJ e ES saíram no dia 24 de Arraial D´Ajuda (BA) e chegarão neste final de semana na praia de Jurujuba, em Niterói, na maior expedição de canoa havaiana. Para cumprir o último trecho, eles sairão de madrugada e vão remar de noite e por 120 km rumo ao destino final.

A 4ª edição da Expedição Anamauê seguiu viagem na quinta-feira saindo da praia de Manguinhos, em Búzios (RJ), e aportando em Arraial do Cabo (RJ) após 40km de viagem.

Nesta sexta-feira a tripulação sairá de madrugada com previsão de chegada ao destino final, na praia de Jurujuba, em Niterói (RJ), do Centro de Estudos do Mar – CEM, no período da tarde, depois das 14h para completar os últimos 120km de remada/velejada da expedição.

Os velejadores/remadores do Rio de Janeiro e do Espírito Santo saíram no dia 24 de dezembro, na véspera de Natal, de Arraial d´Ajuda, no sul da Bahia, e vão finalizar o trajeto após 650 milhas náuticas navegadas (mais de 1.000km), na maior expedição de canoa havaiana do Brasil e, em trajeto inédito.

“Remada desta quinta foi sem vela, 40km, apenas remamos para chegarmos nesse paraíso que é Arraial do Cabo aproximadamente cinco horas. Agora vamos com tudo pra esse último dia que será extremamente duro. Vamos acordar meia-noite para sair em torno das 2 da madrugada. Vimos que o mar estará em subida, mas nem tanto, com ondulação de sul, de um metro e meio. Nossa intenção é chegar em Niterói (RJ). Caso dê algo errado, temos a opção de aportar em Saquarema (RJ) para concluirmos a expedição no sábado, mas a ideia é não precisar fazer isso. Viramos a última ponta hoje, agora é só uma reta, mas sabemos que o mar é diferente a cada dia”, disse o niteroiense Douglas Moura, líder da tripulação.

Dos 21 dias de expedição até aqui, eles velejaram e remaram em treze deles. O primeiro destino foi a praia de Corumbau, no município de Prado (BA), depois desembarcaram na praia do Prado (BA). Condições ruins impediram que a tripulação saísse no dia 26. No dia 27 foram para Nova Viçosa navegando e remando por 80km. Na segunda-feira tiveram que abortar a chegada na divisa com o Espírito Santo por uma tempestade e desembarcaram na praia de Mucuri, a Costa Dourada. O último trajeto antes da virada do ano foi até Regência, o maior deles com 100km onde aportaram na base da Canoa Polinésia Pataxó, comandada por Ranin Thomé, um dos líderes da 4ª Expedição Anamauê. No dia 2 rumaram para a capital do ES, Vitória. No dia 3 partiram em trajeto mais curto para Anchieta (ES) e no dia 4 foram para o extremo sul do estado, em Marataízes (ES) até cruzarem a divisa com o RJ na terça-feira da semana passada passada onde foram obrigados a ficarem três dias esperando as condições do mar melhorarem. No final de semana saíram da praia de Grussaí, em Barra de São João (RJ), e levaram mais de 12h no mar até aportarem em Macaé (RJ) cruzando o temido Cabo de São Thomé, na região de Campos (RJ). No dia seguinte mais um dia duro para alcançarem Búzios (RJ) com ventos de 30 nós, algumas avarias no barco e muita disposição até uma reta final com surfe por cerca de vinte minutos. Condições ruins do mar fizeram a tripulação ficar alguns dias por Búzios até partirem nesta quinta com destino a Arraial do Cabo.

A expedição usa uma canoa havaiana V6 adaptada com duas velas numa parceria com a CORE VA´A.

A expedição pode ser acompanhada pelo aplicativo SPOT pelo link e também pelo instagram da equipe @anamauevaa com fotos, vídeos e stories.

<https://maps.findmespot.com/s/FZ3J>

Os atletas levam seus mantimentos e equipamentos de dormir para se abrigarem nas praias mais remotas do litoral.

Confira a programação do trajeto dos remadores e velejadores:

Dia 24/12 – Arraial D´Ajuda – Ponta do Corumbaú (BA): 30 milhas náuticas

Dia 25/12 – Ponta do Corumbau (BA) – Prado (BA): 30 milhas

Dia 26/12 – Sem navegação – Condições ruins do mar

Dia 27/12 – Prado (BA) – Nova Viçosa (BA)

Dia 28/12 – Nova Viçosa (BA) – Mucuri (BA)

Dia 29/12 – Mucuri (BA) – Barra Nova (ES): 30 Milhas Náuticas

Dia 30/12 – Barra Nova – Regência (ES) : 54 Milhas Náuticas

Dia 02/01 – Regência (ES) – Vitória (ES): 40 Mn

Dia 03/01 – Vitória (ES) – Anchieta (ES):  35 Mn

Dia 04/01 – Anchieta (ES) – Marataízes (ES): 20Mn

Dia 05/01 – Marataízes (ES) – Barra de São João (RJ): 30 Mn

Dia 06/01 – Mar grande, tripulação em terra

Dia 07/01 – Mar grande, tripulação em terra

Dia 08/01 – Mar grande, tripulação em terra

Dia 09/01 – Barra de São João (RJ)  Macaé (RJ): 65 Mn

Dia 10/01 – Macaé (RJ) Búzios (RJ): 35 Mn

Dia 14/01 – Búzios (RJ) – Arraial do Cabo (RJ): 25Mn

*Dia 15/01 14º Dia Arraial do Cabo (RJ) Niterói (RJ): 65 Mn

* sujeito a alterações

Tripulação:

Douglas Moura, natural de Niterói (RJ), mora em Jurujuba, tem 39 anos, fundador do Icarahy Canoa Clube, Niihau Aventuras Controladas e do Centro de Estudos do Mar. Capitão Amador, co-fundador do Anamauê e desbravador de diversas rotas de navegação de canoa havaiana e polinésia. Ele é atleta de Canoa Havaiana desde 2005. Em competição disputou provas como a Rio VA`A, Santo Amaro, Vendee VA`A (maior da Europa e 2ª maior do mundo, na França), Vancouver Island Challenge (Canadá); Lotus VA`A Challenge.

Francisco Viniegra, do Rio de Janeiro (RJ), rema há 15 anos, foi integrante da 1ª tripulação Anamauê, focado em travessias de longas distâncias e atleta de Canoa Havaiana

Guido Serafinide Niterói (RJ), rema há seis meses, é bombeiro (guarda-vidas) , chega para somar no último trecho com a experiência de mar.

Tavo Calfat, natural de Niterói (RJ), 47 anos, desenhista industrial, velejador desde os sete anos e remador de canoa desde os 2007. Passou boa parte da vida em barcos à vela, já realizou travessias oceânicas e inúmeras travessias menores. Na canoa tem títulos na Volta de Ilhabela (SP) e Rei de Búzios (RJ) onde mora hoje em dia.

Daniel Gomez Gnone, 25 anos, natural do Rio de Janeiro. Engenheiro de Produção. Fundador do Granolas Mauka e remador do Calango Wa´A. Amante da natureza e do Va´A, tendo sido criado em contato com o mar, desenvolve projetos de reciclagem de plástico para a produção de peças para navegação

Barbara Guimarães, de 29 anos,nasceu em Sto. André (SP), se radicou e, Vitória (ES), é oceanógrafa, instrutora e atleta de Va´A, do clube CPP Extreme . Apaixonada por canoa havaiana e com experiência de longas travessias.

Assista o vídeo: ÍDEO – Búzios – Arraial do Cabo

Mais detalhes com Fabrizio Gallas – +55 21 994004061 (tel e whatsapp)

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Fortes emoções: Expedição Anamauê cruza o Cabo de São Thomé e chega em Búzios https://rumoaomar.org.br/esporte/fortes-emocoes-expedicao-anamaue-cruza-o-cabo-de-sao-thome-e-chega-em-buzios/ Tue, 12 Jan 2021 20:54:42 +0000 https://rumoaomar.org.br/?p=1226 Seis remadores e velejadores do RJ e ES saíram no dia 24 de Arraial D´Ajuda (BA). Após três dias em Barra de São João, a tripulação cruzou o temido Cabo de São Thomé e já está em Búzios rumo à Niterói. Previsão é completar o trajeto até Niterói no final de semana. A 4ª edição […]

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Seis remadores e velejadores do RJ e ES saíram no dia 24 de Arraial D´Ajuda (BA). Após três dias em Barra de São João, a tripulação cruzou o temido Cabo de São Thomé e já está em Búzios rumo à Niterói. Previsão é completar o trajeto até Niterói no final de semana.

A 4ª edição da Expedição Anamauê ultrapassou talvez seu ponto mais crítico neste último final de semana. A tripulação conseguiu cruzar o temido Cabo de São Thomé, na região de Campos (RJ), no Norte do Rio de Janeiro, após passar por Macaé (RJ), aportou em Búzios (RJ), na praia de Manguinhos.

Os velejadores/remadores do Rio de Janeiro e do Espírito Santo tiveram que ficar três dias parados na praia de Grussaí, em Barra de São João (RJ) por conta de condições adversas de vento e do mar e no sábado navegaram 140km e 15 horas cruzando o Cabo de são Thomé e chegando em Macaé, no mais longo trecho até o momento.

Neste domingo eles tiveram outro enorme desafio indo até Búzios. Apesar do trecho menor, a canoa havaiana apelidada de Jubarte sofreu avarias e a tripulação vai levar dois dias para reparar e ainda aguarda janela melhor do tempo para seguir viagem, prevista para quinta-feira

Os remadores/velejadores já percorreram 900km desde a saída de Arraial D´Ajuda no dia 24 de dezembro em um trajeto inédito e maior do país para uma canoa V6 de seis lugares com vela adaptada.

O próximo destino, na quinta-feira, é Arraial do Cabo, ainda na Região dos Lagos, que deve ser o penúltimo. A chegada na praia de Jurujuba em Niterói (RJ) deve ocorrer no final de semana.

Mahalo (@ianswyatt@atuavaa pela recepção) comenta: “No dia 09/01/2021 saímos de Grussaí em direção a Macaé, foram quase 140km de travessia. Os preparativos começaram as 3 da manhã e a remada finalizou as 22hrs. Na primeira tentativa de partida, a canoa ficou submersa devido às ondas. Retiramos ela da água com poucas avarias e decidimos tentar mais uma vez. As 6:30 partimos em definitivo, e chegamos tranquilamente no Cabo de São Thomé. Este é um dos marcos da expedição e pegamos a melhor condição para passar por ele e ainda fomos agraciados por um grupo de golfinhos. Remamos com um vento contra durante o pôr do sol e fizemos uma navegação noturna chegando em Macaé, depois de 15h de muita remada e pouco vento, com céu estrelado, estrela cadente e algas bioluminescentes”.

O niteroiense Douglas Moura complementa: “É a reta final. O sábado foi um dia longo, entramos no mar às 5 da manhã. Quase não conseguimos. Tomamos ondas na cabeça, voltamos, entramos de novo e, por fim, chegamos em Macaé. Cruzamos o Cabo de São Thomé, com quase 140km e, 15 horas de mar. Foi muito duro. Virou endurance mesmo. No domingo mais um dia duro, com o mar mais casca grossa que enfrentamos até aqui. Pegamos ventos muito difíceis de até 30 nós de través, testou o limite psicológico e físico da galera depois de um sábado já bem complicado. O domingo foi bem desgastante, mas vencedor para o time. Depois de quatro horas lidando com ondas de mais de dois metros, 30 nós de vento, chegamos em Búzios com vinte minutos de lazer total, fazendo o surfe da vida nas ondas. Foi a batalha de uma vida, com um mar muito complicado. Temos a previsão de ventos muitos fortes para essa semana. Só faltam mais dois dias. Ficaremos nesta terça e quarta buscando sair na quinta-feira bem cedo para chegar em Niterói no final de semana. Tentaremos chegar antes, mas a janela de vento está complicada. Passamos dos 900km, faltam cerca de 160km, iremos passar dos 1000km. Agora são mais dois dias de viagem e chegaremos.”

A tripulação sofreu a baixa dos dois tripulantes de Regência (ES): Ranin Thomé e Dayana Gualberto tiveram que desistir e retornaram por terra para resolver problemas pessoais em suas cidades. A equipe foi prontamente substituída pelo bombeiro guarda-vidas niteroiense Guido Serafini e pelo carioca Francisco Viniegra, que rema há 15 anos e é atleta de canoa havaiana. A tripulação agora conta com três remadores de Niterói, dois cariocas e a capixaba Bárbara Guimarães.

Eles saíram no último dia 24, véspera de Natal, da sede da Canoa Polinésia Pataxó, em Arraial D´Ajuda, no sul da Bahia, com destino a Niterói (RJ), na praia de Jurujuba, na base do Centro de Estudos do Mar – CEM onde devem chegar neste final de semana ou, começo da próxima semana. O total percorrido será de 650 milhas náuticas, mais de 1.000km.

Dos 18 dias de expedição até aqui, eles navegaram e remaram em doze deles. O primeiro destino foi a praia de Corumbau, no município de Prado (BA), depois desembarcaram na praia do Prado (BA). Condições ruins impediram que a tripulação saísse no dia 26. No dia 27 foram para Nova Viçosa velejando e remando por 80km. Na segunda-feira tiveram que abortar a chegada na divisa com o Espírito Santo por uma tempestade e desembarcaram na praia de Mucuri, a Costa Dourada. O último trajeto antes da virada do ano foi até Regência, o maior deles com 100km onde aportaram na base da Canoa Polinésia Pataxó, comandada por Ranin Thomé, um dos líderes da 4ª Expedição Anamauê. No dia 2 rumaram para a capital do ES, Vitória. No dia 3 partiram em trajeto mais curto para Anchieta (ES) e no dia 4 foram para o extremo sul do estado, em Marataízes (ES) até cruzarem a divisa com o RJ na terça-feira passada onde foram obrigados a ficar por três dias, esperando melhores condições de mar.

O trajeto é inédito, percorrendo o litoral sul da Bahia, todo o litoral do Espírito Santo, Norte Fluminense e, Região dos Lagos no Rio de Janeiro. Os tripulantes ficam dias inteiros no mar sem o auxílio de equipamentos eletrônicos, apenas com uma bússola e carta náutica.

A expedição usa uma canoa havaiana V6 adaptada com duas velas adaptada em parceria com a CORE VA´A.

Acompanhe pelo aplicativo SPOT pelo link e também pelo instagram da equipe @anamauevaa com fotos, vídeos e stories.

https://maps.findmespot.com/s/FZ3J

Os atletas levam seus mantimentos e equipamentos de dormir para dormir nas praias mais remotas pelo litoral.

Confira a programação do trajeto dos remadores e velejadores:

Dia 24/12 – Arraial D´Ajuda – Ponta do Corumbaú (BA): 30 milhas náuticas

Dia 25/12 – Ponta do Corumbau (BA) – Prado (BA): 30 milhas

Dia 26/12 – Sem navegação – Condições ruins do mar

Dia 27/12 – Prado (BA) – Nova Viçosa (BA)

Dia 28/12 – Nova Viçosa (BA) – Mucuri (BA)

Dia 29/12 – Mucuri (BA) – Barra Nova (ES): 30 Milhas Náuticas

Dia 30/12 – Barra Nova – Regência (ES) : 54 Milhas Náuticas

Dia 02/01 – Regência (ES) – Vitória (ES): 40 Mn

Dia 03/01 – Vitória (ES) – Anchieta (ES): 35 Mn

Dia 04/01 – Anchieta (ES) – Marataízes (ES): 20Mn

Dia 05/01 – Marataízes (ES) – Barra de São João (RJ): 30 Mn

Dia 06/01 – Mar grande, tripulação em terra

Dia 07/01 – Mar grande, tripulação em terra

Dia 08/01 – Mar grande, tripulação em terra

Dia 09/01 – Barra de São João (RJ) Macaé (RJ): 65 Mn

Dia 10/01 – Macaé (RJ) Búzios (RJ): 35 Mn

Dia 14/01 – Búzios (RJ) – Arraial do Cabo (RJ): 30Mn

*14º Dia Arraial do Cabo (RJ) Niterói (RJ): 65 Mn

* sujeito a alterações

Mais detalhes com Fabrizio Gallas – +55 21 994004061 (tel e whatsapp)

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Expedição Anamauê chega ao estado do RJ e segue na reta final, rumo ao seu destino: Niterói. https://rumoaomar.org.br/esporte/expedicao-anamaue-chega-ao-estado-do-rj-e-segue-em-sua-reta-final-rumo-ao-seu-destino-niteroi/ Wed, 06 Jan 2021 22:09:47 +0000 https://rumoaomar.org.br/?p=1225 Seis remadores e velejadores do RJ e ES saíram no dia 24 de Arraial D´Ajuda (BA). Por conta das condições difíceis do mar eles aportaram em Barra de São João (RJ) e devem seguir viagem na sexta-feira, dia 8, ou no sábado, dia 9, para Macaé (RJ) no que deve ser o trajeto mais difícil […]

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Seis remadores e velejadores do RJ e ES saíram no dia 24 de Arraial D´Ajuda (BA). Por conta das condições difíceis do mar eles aportaram em Barra de São João (RJ) e devem seguir viagem na sexta-feira, dia 8, ou no sábado, dia 9, para Macaé (RJ) no que deve ser o trajeto mais difícil da expedição. Chegada em Niterói (RJ) deve ocorrer na próxima semana.

A 4ª edição da Expedição Anamauê atravessou todo o litoral do estado do Espírito Santo e chegou no estado do Rio de Janeiro no fim da tarde desta terça-feira na praia de Grussaí, em Barra de São João, no extremo norte do RJ.

Já são mais de 700km navegados e remadores pelos seis velejadores/remadores: três capixabas e mais três do Rio de Janeiro (sendo dois de Niterói).

Eles entraram na parte final da Expedição, mas terão que aguardar até sexta ou sábado para seguirem viagem. O mar grande e condições difíceis, postergaram a ida programada nesta quarta-feira para Macaé (RJ), que promete ser o trecho mais difícil da expedição. As previsões também não são boas para quinta-feira.

O trajeto entre Barra de São João e Macaé tem expectativa de 120km e várias horas no mar: “Ontem foi um dia de navegação difícil, com muito técnica, conseguimos cruzar mais um estado”, destacou Douglas Moura, niteroiense e um dos líderes da expedição.

“Por conta do mar grande e condições difíceis, optamos por não sair nesta quarta-feira. A previsão também não é boa para esta quinta-feira. Nesta manhã, estamos com rajadas de 20 a 25 nós, podendo aumentar. Necessitamos não só preservar o nosso equipamento, mas também nossas vidas. Vamos tentar cruzar o Cabo de São Thomé que é um dos marcos da expedição. É uma parte mais difícil e delicada. Nosso objetivo é chegar em Macaé. Depois disso com certeza será uma remada/velejada bem divertida rumo ao destino final, mas vamos passo a passo”, apontou Ranin Thomé, capixaba de Regência e um dos líderes da tripulação.

Eles saíram no último dia 24, véspera de Natal, da sede da Canoa Polinésia Pataxó, em Arraial D´Ajuda, no sul da Bahia, com destino a Niterói (RJ), na praia de Jurujuba, na base do Centro de Estudos do Mar – CEM onde devem chegar no começo da próxima semana. O total percorrido será de 650 milhas náuticas, mais de 1.000km.

Dos 14 dias de expedição até aqui, eles navegaram e remaram em dez deles. O primeiro destino foi a praia de Corumbau, no município de Prado (BA), depois desembarcaram na praia do Prado (BA). Condições ruins impediram que a tripulação saísse no dia 26. No dia 27 foram para Nova Viçosa navegando e remando por 80km. Na segunda-feira tiveram que abortar a chegada na divisa com o Espírito Santo por uma tempestade e desembarcaram na praia de Mucuri, a Costa Dourada. O último trajeto antes da virada do ano foi até Regência, o maior deles com 100km onde aportaram na base da Canoa Polinésia Pataxó, comandada por Ranin Thomé, um dos líderes da 4ª Expedição Anamauê. No dia 2, rumaram para a capital do ES, Vitória. No dia 3 partiram em trajeto mais curto para Anchieta (ES) e no dia 4 foram para o extremo sul do estado, em Marataízes (ES) até cruzarem a divisa com o RJ nesta terça-feira.

O trajeto é inédito, percorrendo o litoral sul da Bahia, todo o litoral do Espírito Santo, Norte, Região dos Lagos no Rio de Janeiro. Os tripulantes passam dias inteiros no mar sem o auxílio de equipamentos eletrônicos, apenas bússola e carta náutica.

A expedição utiliza uma canoa havaiana V6 adaptada em parceria com a CORE VA´A para a utilização de duas velas.

A expedição pode ser acompanhada pelo aplicativo SPOT pelo link e também pelo instagram da equipe @anamauevaa com fotos, vídeos e stories.

https://maps.findmespot.com/s/FZ3J

Os atletas levam seus mantimentos e equipamentos para dormir nas praias mais remotas e sem abrigo, do litoral.

Confira o progresso dos remadores e velejadores no trajeto da expedição:

Dia 24/12 Arraial D´Ajuda – Ponta do Corumbaú (BA): 30 milhas náuticas

Dia 25/12 Ponta do Corumbau (BA) – Prado (BA): 30 milhas

Dia 26/12 – Sem navegação – Condições ruins do mar

Dia 27 Prado (BA) – Nova Viçosa (BA)

Dia 28 Nova Viçosa (BA) – Mucuri (BA)

Dia 29 Mucuri (BA) – Barra Nova (ES): 30 Milhas Náuticas

Dia 30/12 Barra Nova – Regência (ES) : 54 Milhas Náuticas

Dia 02/01 Regência (ES) – Vitória (ES): 40 Mn

Dia 03/01 – Vitória (ES) – Anchieta (ES): 35 Mn

Dia 04/01 – Anchieta (ES) – Marataízes (ES): 20Mn

Dia 05/01 – Marataízes (ES) – Barra de São João (RJ): 30 Mn

Dia 06/01 Mar grande, tripulação em terra

*13º Barra de São João (RJ) Macaé (RJ): 65 Mn

*14º Dia – Macaé (RJ) Arraial do Cabo (RJ): 55 Mn

*15º Dia Arraial do Cabo (RJ) Niterói (RJ): 65 Mn

* sujeito a alterações

Mais detalhes com Fabrizio Gallas – +55 21 994004061 (tel e whatsapp)

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