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]]>Mas este início complicado deu lugar a um belo dia de regatas, afinal.
Comissão de Regatas e equipes se dirigiram então para o extremo norte, já fora dos limites do Canal, onde, aí sim, o vento leste se manteve frequente durante o todo o dia proporcionando três regatas para a Classe C30, duas para ORC e uma para os Clássicos, BRA RGS e RGS Cruiser.
Na C30 o dia foi do Relaxa/Building, de Tomas Mangabeira, que conquistou três vitórias nas três regatas do dia. O Kaikias, de Daniel Hilsdorf/Fabio Aurichio, conseguiu duas segunda-colocações e uma terceira, enquanto o Bravo, de Jorge Berdasco, conquistou um segundo, um terceiro e um quarto.
Na quarta colocação da classe, o Caiçara, de Marco de Oliveira Cesar, com uma terceira colocação e dois quarto-lugares.
Nos Clássicos, o Fuga II, de Robinson Leite, foi o vencedor da regata, seguido do Morgazek, de Michelle D´Ippolito e do Brazuca, de José Rubens Bueno.
O Spalla, de Paulo Boscarioli foi o vencedor da RGS Cruiser, seguido do Bossa Nova, de Valéria Ravani, Aventador, de Maurício Pavão e Santosha, de Silvio Pina,
Na divisão A da BRA-RGS, vitória do Kameha Meha, de Alberto Kunath, com o Avohai, de Luiz Henrique Macedo, em segundo e o Sossegado, de Marco Hidalgo, na terceira colocação.
A equipe My Boy, de Lars Muller, venceu a regata de hoje na divisão B da RGS. Edward Starr e a equipe do Split I obtiveram a segunda colocação, seguidos do Malagueta, de Fabio Tenório.
Finalmente na divisão C da RGS, vitória do Bora Bora, de Isabela Malpighi, seguido do Táquion, de Humberto Diniz, Comanda, de Sebastian Menendez e Triton, de Ricardo Zamboni.
Na divisão Cruiser da ORC, na primeira regata a colocação foi a seguinte: vitória do Lucky V Alforria, de Luiz Villares, seguido do Xamã, de Sergio Klepacz, com o Jazz, de John Julio Jensen, em terceiro e o Orson, de Andreia Videira, na quarta colocação.
As posições se alteraram na segunda regata do dia, quando o Xamã obteve a primeira colocação, seguido do Lucky V Alforria, Orson e Jazz.
Finalmente, na ORC Performance, alternância nas duas primeiras colocações entre 4z Phytoervas, de Marcelo Bellotti, e Saci, de Mauro Dottori. Uma vitória e uma segunda colocação para cada um. O Rudá, de Mario Martinez, foi o terceiro colocado em ambas as regatas.
Neste domingo prosseguem as regatas da etapa que só termina na próxima semana.Os resultados completos você confere aqui.
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A 25ª edição da mais tradicional competição de vela oceânica do litoral paulista vai recomeçar neste sábado, dia 24 de maio, com a expectativa de mais de quarenta equipes participantes.
Esta será a segunda etapa de quatro previstas para acontecerem ao longo de 2025 é a última antes da Semana Internacional de Vela de Ilhabela, o maior evento da vela brasileira, que acontece em julho na mesma raia e que igualmente conta com patrocínio da Mitsubishi Motors.
Tanto assim que um dos destaques desta segunda etapa é a participação do veleiro e equipe uruguaios Albariño, do comandante Marcelo Cipola.
Sediada pelo Yacht Club de Ilhabela, a Copa Mitsubishi – Circuito Ilhabela de Vela Oceânica é o mais constante circuito deste esporte no litoral paulista. Por ser uma competição de longa duração, disputada em quatro etapas ao longo do ano, as regatas do Circuito representam oportunidades diversas para equipes de todos os níveis.
“Nós reunimos na mesma raia veleiros e velejadores de alta performance, campeões mundiais, olímpicos, panamericanos e equipes iniciantes, amadoras, que eventualmente, participam de uma regata pela primeira vez. Isso traz uma riqueza muito grande de convivência e troca de experiências, durante um ano inteiro, que é o tempo de duração do circuito”, comenta Carlos Eduardo “Cuca” Sodré, diretor técnico da competição.
Um evento que completa 25 anos
“Não estive em todas, mas na maior parte delas. Inclusive na primeira”, relembra Mario Martinez, comandante do veleiro Rudá. “Um lugar maravilhoso para velejar, um ambiente acolhedor estar entre amigos em um evento ‘top’ é o que nos motiva a participar”.
“Parece que foi ontem que começamos. Eu tenho até dificuldade em classificar tantas boas lembranças que temos das velejadas na Copa, pois, eu diria que 90% de nossas velejadas é na Copa”, lembra Carlos Eduardo Souza e Silva, comandante do veleiro Orson, participante do evento desde sua primeira edição.
“É um campeonato que eu tenho reservado em meu calendário e um compromisso que eu dificilmente falto”, comenta John Julio Jansen, do veleiro Jazz.
“Eu participo da Copa Mitsubishi desde 2015, quando começamos um movimento para fomentar cada vez mais a participação de veleiros clássicos, o que estimulamos até hoje, comenta o comandante da equipe Morgazeck, Michele D’Ippolito, vencedor da primeira etapa na categoria Clássicos.
“Vejo a Copa Mitsubishi, sem dúvida, como uma das principais iniciativas da vela no Brasil, até porque a vela está no DNA da própria Mitsubishi, desde o seu fundador, que além de velejador é mais do que um entusiasta, é um fomentador da vela, das competições, das classes da vela brasileira.
Para Márcia Neri, diretora de marketing da Mitsubishi Motors no Brasil, “o esporte a vela traduz como poucos outros o estilo de vida que buscamos oferecer com os veículos da marca Mitsubishi. Produzimos carros 4×4 e sempre incentivamos nossos clientes a irem além, a saírem da rotina para explorar lugares novos, sempre junto com sua família e amigos. E a vela traz o mesmo DNA desafiador, em contato com a natureza, em meio à paisagens incríveis. Nossa marca e o esporte à vela compartilham desse mesmo DNA aventureiro”.
Técnica na água, confraternização em terra
Este “espírito” 4×4, se é que podemos dizer isso de veleiros, se reflete não apenas na competitividade na água, quando as equipes colocam seus conhecimentos técnicos em função da vitória, mas também nas atividades sociais programadas, momento de confraternização e troca de experiências.
Nesta etapa não será diferente. Ela começa com uma recepção aos comandantes na noite de sexta-feira, dia 23. No sábado, acontece um sunset party com degustação de vinhos após as regatas do dia.
No próximo final de semana, dia 31, um almoço com feijoada após as regatas e, domingo, 1 de junho a premiação da etapa.
Colocações atuais
Na classe ORC Performance, a equipe Argos, de Mauro Dottori, assumiu a primeira colocação, seguido do 4Z Phytoervas, de Marcelo Bellotti.
A equipe Rudá, de Mario Martinez, foi a vencedora da ORC Cruiser, com o Xamã/Andbank, de Sergio Klepacz, em segundo e o Lucky V, de Luiz Villares, na terceira colocação.
Na BRA-RGS A, o Sossegado, de Marco Hidalgo, ocupa a liderança. Em segundo, o BL3 Urca, de Clauberto Andrade, e como terceiro colocado, o Bijupirá, de Christian Guedes.
O My Boy, de Lars Muller, foi o vencedor da divisão B da RGS. Em segundo e terceiro, respectivamente, o Kaluanã, de Leonardo Soldon e o Blu1 de Marcelo Ragazzo.
Na divisão C da RGS, liderança do Sextante, de Thomas Shaw. O Comanda, de Sebastian Menendez,vem em segundo, com o Táquion, de Humberto Diniz, em terceiro.
Dentre os Clássicos, o Morgazek, lidera, com o Tango, de Átila Bohm na segunda colocação. O Fuga III, de Robinson Leite, é o atual terceiro colocado.
Na Classe C30 o Relaxa/Building, do comandante Tomas Mangabeira, vem em primeiro. A equipe Kaikias, de Daniel Hilsdorf/Fabio Aurichio, é a atual segunda colocada, seguida do Tonka, de Demian Pons.
Por fim, a Classe HPE25 tem como líder o Ginga, de Breno Chvaicer. Em segundo, o Crazy Phoenix, de Mario Lindenhayn e na terceira colocação, o Zoom, de Juan de La Fuente.
A 25ª Copa Mitsubishi – Circuito Ilhabela de Vela Oceânica tem patrocínio master da Mitsubishi Motors, co-patrocínio da Descarbonize Soluções e apoio da Prefeitura de Ilhabela, CBVela, ABVO, Fevesp, Remax Mar e Vela, Control Service, O Ancoradouro, e-ventos e Balaio de Ideias.
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Ao contrário do dia chuvoso de ontem, o sol brilhou forte em Ilhabela neste domingo e com ele ventos do quadrante leste constantes na casa dos 12 a 15 nós permitiram a realização de três regatas para as classes HPE25 e C30 e duas para as demais.
Com isso as lideranças em cada classe começam a se definir, embora, vale lembrar, as regatas finais acontecem só no próximo final de semana.
Por hora quem assume a primeira colocação da ORC Racer é a equipe Phytoervas 4Z , de Marcelo Bellotti, com 5 pontos nas três regatas. Com 7 pontos, na segunda colocação, o Inaê Soto, de Bayard Umbuzeiro Neto. O King, de Fabio Faccio, com 15,5 pontos, é o terceiro colocado.
Na ORC Cruiser, liderança do Lucky V, de Luiz Villares, seguido do Xamã, de Sergio Klepacz e do Jazz, de John Julio Jansen.
Na BRA-RGS A, em três regatas, os competidores obtiveram exatamente as mesmas colocações. O Sossegado lidera, com três vitórias. Com três segundo lugares o Zeus, de Paulo Moura e na terceira colocação, tendo chegado em terceiro em todas as regatas, o BL3 Urca, de Clauberto Andrade.
Na divisão B da BRA-RGS, liderança do My Boy, de Lars Müller, seguido do Kaluanã, de Leonardo Soldon e do Malagueta, de Fábio Tenório.
Os três primeiros colocados da RGS C até o momento são o Comanda, de Sebastian Menendez, Táquion, de Humberto Diniz e Bora Bora, de Isabela Malpighi.
Dentre os clássicos, o Morgazek, de Michele D´Ipolitto, com 5 pontos acumulados, terminou o final de semana na liderança. Em segundo e terceiro, respectivamente, o Fuga III, de Robinson Leite, e o Brazuka, de José Rubens Bueno. Adriana Merino e a tripulação do A Valente ocupam a quarta colocação.
Tonka, de Demian Pons, Relaxa/Building, de Tomas Mangabeira e Kaikias, de Daniel Hilsdorf e Fábio Auricchio, terminam o final de semana nas três primeiras colocações.
Finalmente na HPE25, Espetáculo, de Luís Fernando Staub, Ginga, de Breno Chvaicer, e Saci, de Fabio Cotrim são os três primeiros colocados no acumulado deste final de semana,
A 2ª etapa da Copa Mitsubishi – Circuito Ilhabela de Vela Oceânica, prossegue no próximo final de semana, dias 31 de maio e 1 de junho, com as regatas decisivas.
No próximo sábado, após as regatas, a canoa de cerveja será acompanhada de uma feijoada e, no domingo, acontece a premiação geral da etapa.
Acesse aqui as planilhas de resultados
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]]>E não foi apenas uma simples reforma, como conta o comandante Mario Martinez:”A gente decidiu fazer algumas mudanças mais profundas, pois sabíamos que elas trariam um ganho de performance. Assim decidimos confiar o barco à Carkeek Design Partners, que tem grande conhecimento na otimização de veleiros para competição. Foram oito meses de trabalho, feito na Argentina. Otimizamos casco, quilha e leme”.
A estreia do novo barco aconteceu durante a Semana de Vela, mas, como diz o comandante “nem estava tão pronto assim, praticamente terminamos o barco durante o evento”.
Agora, na Copa Mitsubishi a equipe pretente extrair o melhor do novo veleiro, um processo de “aprender novamente” a dominar o barco.
“Uma reforma destas muda tudo, ainda que não tenhamos alterado a mastreação, a forma de velejar é outra, a escora, as regulagens… vamos usar as regatas da Copa Mitsubishi para aprimorarmos nosso velejar”, finaliza Mario.
A 3ª etapa começa dia 19/9 com nosso coquetel de boas-vindas no YCI.
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]]>Com dois segundos lugares, o atual campeão, Relaxa Building, lidera a Classe C30 após a abertura da competição no sábado (15). Os vencedores foram Kaikias EMS e Caiçara KAT Technologies, em cada regata. Com vento de sudoeste a sul, entre 10 e 12 nós (20 km/h), as duas provas foram realizadas ao centro do Canal de São Sebastião, em frente ao YCI. O Relaxa Building soma quatro pontos perdidos, contra seis do Caiçara KAT Technologies. Kaikias EMS, Tonka e Bravo vêm a seguir com sete pontos.
O velejador olímpico e pentacampeão mundial das classes Snipe e J24, Maurício Santa Cruz, o Santinha, é o responsável pelo leme do Relaxa Building. “Começo de temporada é sempre difícil porque todo mundo ainda está buscando entrosamento. O que favoreceu nosso trabalho em equipe, foi a manutenção da tripulação de 2024. A partir do próximo fim de semana estaremos mais bem adaptados, assim como nossos adversários”, afirmou Santinha.
“No sábado, o vento estava fraco e o que fez a diferença nas duas regatas foi uma boa largada. A Classe C30 é uma das mais competitivas da vela oceânica, ainda mais porque, além de se reforçarem, as tripulações seguem evoluindo cada vez mais. Qualquer vantagem que se obtenha diante dos rivais, pode decidir a regata devido ao equilíbrio”, justificou o timoneiro Santinha.
No domingo (16), as regatas previstas viraram canoa de cerveja no YCI após os barcos boiarem por quase três horas no Canal de São Sebastião à espera do vento que não se apresentou. Nas demais classes, a primeira etapa tem liderança parcial dos seguintes barcos: Crazy Phoenix (HPE 25), Rudá (ORC), BL3 Urca (BRA RGS A), My Boy (RGS B), Comanda (RGS C) Helios (RGS Cruiser) e Morgazek (Clássicos).
Flotilha nacional da Classe C30
01 – Tonka – Demian Pons – Yacht Club Ilhabela (YCI)
02 – Kairós – Sophia Setti – MCP Yachts – Guarujá
03 – Kaikias EMS – Hilsdorf/Aurichio – Yacht Club Ilhabela (YCI)
04 – Bravo – Jorge Berdasco – ICS
05 – Relaxa Building – Tomás Mangabeira – YCI
06 – Loyalty – Alex Leal – Veleiros do Sul/Iate C.R.Janeiro (VDS/ICRJ)
07 – Katana – Rio de Janeiro
08 – Zeus Team – Inácio Vandresen – ICSC
09 – Caiçara KAT Technologies – M. Cesar – Pindá Iate Clube (PIC)
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O segundo final de semana da segunda etapa da Copa Mitsubishi começou neste sábado, com três regatas para as classes HPE25 e C30, duas para ORC e BRA-RGS e uma para BRA-RGS Clássicos e RGS Cruiser.
O vento manteve a direção leste, assim como no final de semana anterior. Com um pouco menos de intensidade, se manteve constante ao longo do dia, na casa dos 6 a 8 nós.
Com mais as três regatas de hoje, e com a presença do Ciribaí, de Mario Lindenhayn, que não correu no final de semana passado, a Classe HPE25 conheceu um novo líder. O Ginga, de Breno Chvaicer, assumiu a primeira colocação, somando 13 pontos até o momento, apenas um a menos do que o Espetáculo II, de Luis Fernando Staub, até então o líder da classe. Em terceiro, o Zoom, de Juan de La Fuente, com 24.
Na C30, após oito regatas disputadas, o Tonka, de Demian Pons, consolida a liderança com sete vitórias e sete pontos acumulados. Em segundo, com 15 pontos, o Relaxa Building, de Tomas Mangabeira e na terceira colocação, o Kaikias, de Daniel Hilsdorf/Fabio Auricchio, com 19.
A regata de percurso para as classes BRA-RGS Clássicos e RGS Cruiser foi desafiadora, tanto que nas duas classes, apenas o Mamanguá, de Paulo Brunozi, conseguiu cumprir o trajeto no tempo limite, ainda assim cruzando a linha de chegada a dois segundos do final. Emoção total para os ganhadores, que lideram a classe, com 11 pontos acumulados,
Com a mesma pontuação, 15 no total, as equipes Helios, de Marcos Gama Lobo, e Bossa Nova, de Valéria Ravani, vêm na segunda e terceira posições da RGS Cruiser.
Dentre os clássicos, o Morgazek, de Michele D´Ipolitto, com 5 pontos acumulados, continua na liderança. Em segundo e terceiro, respectivamente, o Fuga III, de Robinson Leite (7), e o Brazuka, de José Rubens Bueno (8). Adriana Merino e a tripulação do A Valente ocupam a quarta colocação, somando 12 pontos.
As duas regatas da BRA-RGS A colaboraram para o Sossegado, de Marco Hidalgo, assumir a liderança da classe, somando 5 pontos nas cinco regatas. Mas com apenas um ponto de diferença, o Zeus, de Paulo. F. Moura, vem “na cola” do líder para tentar ainda, amanhã a vitória na etapa. O BL3 Urca, de Clauberto Andrade, é o terceiro, com 12 pontos.
Na divisão B da BRA-RGS é o My Boy, de Lars Müller, que lidera, com 4 pontos, seguido do Kaluanã, de Leonardo Soldon, com 9, e do Malagueta, de Fábio Tenório, com 13.
O Comanda, de Sebastian Menendez, é o líder da BRA-RGS C, tendo como segundo e terceiro as equipes Táquion, de Luiz Humberto Diniz, com 9 pontos, e Bora Bora, de Isabela Malpighi, com 11.
Na classe ORC Cruiser, o Xamã, de Sérgio Klepacz, ao vencer a regata de hoje, consolidou sua primeira colocação geral na etapa, com 7 pontos. Somando 9,5 pontos, o segundo colocado da classe é o Lucky V Alforria, de Luiz Villares. Com 18 pontos acumulados, vem na terceira colocação a equipe Jazz, de John Julio Jansen.
Na ORC Performance liderança do 4Z Phytoervas, de Marcelo Bellotti (8 pontos). Em segundo (12 pontos), o Inaê Soto, de Bayard Umbuzeiro Neto e com 18,5 o King, de Fabio Faccio.
O longo dia de regatas terminou com uma recompensante feijoada no Yacht Club de Ilhabela, acompanhada de espumante e a tradicional canoa de cerveja.
Neste domingo, acontecem as regatas finais da etapa, seguidas da premiação, ao final do dia.
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]]>A largada foi de contravento, no través do Yacht Club de Ilhabela, e os veleiros de todas as classes contornaram uma boia a aproximadamente meia milha ao norte, para então rumarem para o sul do Canal, favorecidos pelo vento e a correnteza forte.
As classes ORC e C30 montaram o farolete 4, na extremidade sul do Canal, enquanto as demais fizeram o contorno da Laje dos Moleques.
Ao cravar mais uma vitória na tarde de hoje, a equipe Relaxa Building, de Tomás Mangabeira, conquistou a primeira colocação invicta na Classe C30. A equipe de Ilhabela venceu todas as regatas da classe, finalizando o campeonato com 7 pontos em oito regatas (considerando um descarte).
Com 16 pontos acumulados, em segundo na classe, o Bravo, de Jorge Berdasco, seguido do Kaikias EMS, de Fábio Auricchio e Daniel Hilsdorf (19) e Caiçara Cat Technologies, de Marco de Oliveira Cesar, com 25.
A equipe Bossa Nova, de Valéria Ravani, também mostrou entrosamento e regularidade, terminando o campeonato na primeira colocação, com 5 pontos acumulados em cinco regatas, na RGS Cruiser.
Legal observar que a “briga” pelas demais colocações foi intensa entre as demais equipes da Cruiser.
O Spalla, de Paulo Boscarioli (2º) e o Aventador, de Maurício Pavão (3º), terminaram a etapa empatados com 13 pontos e o quarto colocado, a equipe Santosha, de Silvio Pina, ficou na quarta colocação com apenas um ponto a mais,
Dentre os Clássicos, destaque para o Morgazek, de Michele D’Ippolito, que com três primeiras colocações, uma segunda e uma terceira, terminou a etapa em primeiro lugar, com 5 pontos acumulados.
Em segundo e terceiro, respectivamente, o Fuga III, de Robinson Leite, e o Brazuca, de Rubens Bueno, que encerraram sua participação com 8 pontos.
Resultados apertados também na BRA-RGS A, que teve vitória do Avohai, de Luiz Henrique Macedo, com 7 pontos em cinco regatas.
Na segunda e terceira colocações, mais uma decisão nos critérios de desempate, já que Kameha Meha, de Alberto Kunath (2º) e Zeus, de Paulo Moura (3º), terminaram o campeonato com os mesmos 10 pontos.
Em quarto e quinto, Sossegado, de Marco Hidalgo, com 11 e BL3 Urca, de Clauberto Andrade, com 17 pontos.
A equipe My Boy, de Lars Müller, foi outra que terminou a etapa invicta, tendo vencido todas as cinco regatas disputadas e acumulando 4 pontos, já considerado um descarte.
Com 10 e 11 pontos, respectivamente, o Kaluanã, de Leonardo Soldon, e o Tanuki, de Marcelo Alexandre, foram o segundo e o terceiro.
Na quarta e quinta colocações, também empatados, com 15 pontos, o Split 1, de Edward Starr, e o Malagueta, de Fábio Tenório.
Mais uma equipe terminou a etapa invicta. Na BRA-RGS C, o Bora Bora, de Isabela Malpighi, venceu todas as 5 regatas, terminando a etapa na primeira colocação, com 4 pontos, já considerado um descarte.
E se o Bora Bora “cravou” todas as vitórias, as disputadas pelas demais colocações foram intensas.
Em segundo e terceiro ficaram as equipes Táquion, de Luiz Humberto Diniz, e Triton, de Ricardo Zamboni, que terminaram ambas com 12 pontos.
Na sequência, com 16 e 17 pontos, o Sextante, de Thomas Shaw, e o Comanda, de Sebastian Mendes, terminam a etapa na quarta e quinta colocações.
A equipe Xamã, de Sergio Klepacz venceu a etapa na ORC Cruiser (e geral), acumulando 7 pontos em seis regatas.
Em segundo, na ORC Cruiser, o Lucky V Alforria, de Luiz Villares, com 17 pontos. Em terceiro o Jazz, de John Julio Jansen, com 26 e o Orson, de Andrea Videira, com 29.
Finalizando, na ORC Performance, vitória do Saci, de Mauro Dottori, com 9 pontos acumulados, seguido do Ruda 3, de Mario Martinez, com 19 pontos, do 4Z Phytoervas, de Marcelo Bellotti, com 24 e do King, de Marcello Sestini, com 45.
Como acontece regularmente, a terceira e penúltima etapa da Copa Mitsubishi 2025, encerrou-se com a premiação no Yacht Club de Ilhabela, na tarde deste domingo.
A Copa Mitsubishi – Circuito Ilhabela de Vela terá sua etapa de encerramento nos dias 29 e 30 de novembro, com a tradicional e desafiadora Regata Volta à Ilhabela – Sir Peter Blake, dia 29, e almoço de encerramento e premiação no dia 30. O evento tem organização e realização do Yacht Club de Ilhabela, patrocínio da Mitsubishi Motors e apoios da Prefeitura Municipal de Ilhabela, Balaio de Ideias, e-Ventos, RE/MAX MAR & VELA, Jornal Ancoradouro, Control Service, CBVela, ABVO e FEVESP.
Confira os resultados aqui, em nosso site, ou no Viramos.com.
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]]>O vento sul na casa dos seus 15 nós permitiu uma regata com percurso maior para as classes BRA-RGS e Cruiser A e B, que contornaram a Lage dos Moleques, ao sul do Canal de São Sebastião.
Um percurso menor foi montado com uma boia nas proximidades do Porto de São Sebastião para as classes BRA-RGS e Cruiser C, Multicaso e Clássicos.
O vento sul constante propiciou uma perna de contravento rápida e logo as equipes começaram a contornar as respectivas marcas, entrando na perna de barla com vento e correnteza a favor que trouxeram os competidores de forma ainda mais rápida para a linha de chega, no través do Píer da Vila.
A equipe Aries, do comandante Alex Calabria, foi a primeira a cruzar a linha, às 13h36’05”, cumprindo o percurso em aproximadamente uma hora e vinte minutos.
A equipe do Ubatuba Iate Clube foi a vencedora da classe BRA-RGS A, seguida do Sossegado, de Marco Hidalgo e do Avohai, de Luiz Henrique Macedo.
Na BRA-RGS B, vitória do Bocalupo, de Claudio Melaragno. Em segundo o Blu 1, de Marcelo Ragazzo e na terceira colocação o Beleza Pura II, de Felipe Degan.
Na divisão da C da BRA-RGS o veleiro Jacaré, de Pedro Fukui foi o vencedor, com o Bruschetta de Fabrizio Marini em segundo e o Lucnan, de Leonan Cruz.
Na ORC o vencedor foi a equipe Jazz, de John Julio Jansen.
A equipe Fuga III, de Robson Leite, venceu entre os Clássicos. Em segundo e terceiro, o Angatu, de André Torrente e o Gaudério, de Lawrence Colvara.
Os veleiros Mente Sã, de Gilberto Camargo e Maré XX, de Marcello Gomes foram os campeões e vice na classe Multicasco.
Na RGS Cruiser, divisão A, o vencedor foi o veleiro Kaupê, de Pedro Macedo, seguido do Chronos, de Elio Carmignola Neto e Fantasia, de Daniel Galante.
Gandaya, de Marcelo Guimarães, Cambada, de Luiz Fernando Giovannini e Santé, de Breno Luz, foram os três primeiros colocados da RGS Cruiser B.
Finalmente, na RGS Cruiser C, vitória do Helios, de Marcos Gama Lobo. Com o Terra Azul, de Josias Gomes da Silva em segundo e o Spalla, de Paulo Sergio Boscarioli, na terceira colocação.
Após a regata, mais uma vez, a festa de confraternização aconteceu no Pindá Iate Clube onde foi realizada também a premiação e o show de George Moon, oferecido pela North Sails.
Aliás, durante a premiação, os vencedores receberam os vale-presente da Decathlon, as bolsas térmicas da Kouda, a bag da Caktus e os kits de carnes nobres da Islenha.
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]]>Ao todo, 35 equipes encararam os desafios da última etapa da Copa Mitsubishi 2025 encerrando um ano especial, que comemorou os 25 anos deste que é o mais regular campeonato da Vela Oceânica paulista.
A regata começou na tarde deste sábado, com ventos do quadrante sul no Canal de São Sebastião, proporcionando belas imagens da largada de balão das equipes que fizeram a volta à Ilha e do contravento para os barcos menores de 30 pés, que fizeram o percurso em torno da Ilha de Toque-Toque.
Como é característica desta regata, as equipes encararam toda condição de vento e mar. No Canal, na largada, vento sul forte levou rapidamente os barcos para a Ponta das Canas, quando encontraram já ventos mais fracos.
Alguns “buracos de vento” na parte de mar aberto de Ilhabela e as características de corrente exigiram atenção constante das equipes.
Resultados
O primeiro veleiro a cruzar a linha de chegada, no través do Farolete 4, entrada sul do Canal de São Sebastião, foi o S40 Saci, de Mauro Dottori e Fabio Cotrim, da classe ORC. Apesar de terem sido o fita-azul, a vitória na ORC ficou com o El Niño, de Juan Mendez. Em segundo o Sette, de Raimundo Nascimento e na terceira colocação, o Jazz, de John Julio Jansen.
Ainda na ORC, o Lucky Alforria, de Luiz Villares, foi o quarto colocado e o Saci terminou a regata na quinta colocação.
Na BRA-RGS A, vitória do Kameha Meha, de Alberto Kunath, com o Avohai, de Luiz Henrique Macedo em segundo, o Zeus, de Paulo F. Moura em terceiro e o Bl3 Urca, de Clauberto Andrade, em quarto.
O My Boy, de Lars Muller, venceu a regata na divisão B da RGS, seguido do Tanuki, de Marcelo Alexandre e do Kaluanã, de Leonardo Soldon. Em quarto e quinto na divisão, o Malagueta, de Fabio Tenório e o Split, de Edward Starr.
Na divisão C da RGS, que fez a regata para Toque-Toque, vitória do Comanda, de Sebastian Menendez. Em segundo, o Táquion, de Humberto Diniz e na terceira colocação o Bora Bora, de Isabela Malpighi.
O Sextante, de Thomas Shaw, e o Triton, de Ricardo Zamboni, encerraram a regata na quarta e quinta colocações.
Dentre os veleiros clássicos, vitória do Morgazek, de Michele D´Ippolito, com o Fuga II, de Robinson Leite em segundo e o Brazuca, de José Rubens Bueno em terceiro.
A equipe Bossa Nova, de Valéria Ravani, foi a vencedora da Cruiser A, com o Blade Runner, de Paulo Eduardo Braz, em segundo, e o Helios, de Marcos Gama Lobo, na terceira colocação. Ainda na classe o Aventador, de Maurício Pavão, foi o quarto colocado.
Na divisão B da Cruiser, vitória do Spalla, de Paulo Boscarioli, sobre o Mamanguá, de Paulo Fernando Brunozi.
Na C30 a vitória ficou como o Relaxa Building, de Tomás Mangabeira. O Tonka, de Demian Pons, foi o segundo e o Caiçara, de Marco de Oliveira César, o terceiro.
Finalmente, na HPE25 vitória do Ginga, de Breno Chvaicer, sobre o Sibarita, de Octavio Faria.
Neste domingo, a partir das 13h acontece o almoço de encerramento da temporada 2025 e as premiações da etapa e do ano, no Yacht Club de Ilhabela.
Confira os resultados completos aqui ou no site viramos.com
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]]>O dia foi de ratificar o favoritismo em algumas classes, como a C30, em que o Tonka, de Demian Pons, venceu nove das onze regatas, acumulando 11 pontos no total, já considerando o descarte, e conquistando o primeiro lugar da classe.
A segunda e terceira colocações da C30 ficaram, respectivamente, com o Relaxa Building, de Tomas Mangabeira, e o Kaikias EMS, de Daniel Hilsdorf/Fábio Auricchio, (21 e 26 pontos).
Na HPE25, o Ginga, de Breno Chvaicer, manteve a regularidade de ter se mantido sempre dentre as quatro primeiras colocações ao longo do campeonato, o que levou a equipe à primeira colocação geral, com 18 pontos acumulados (também já considerando o descarte). Com 27 pontos, o Espetáculo II, de Luis Fernando Staub, foi o segundo colocado, com o Saci, de Fabio Cotrim, (34 pontos), na terceira colocação.
Marcos Gama Lobo e a equipe do Helios, também confirmaram a boa campanha com mais uma vitória na regata de hoje, na classe RGS Cruiser A. Com isso a equipe terminou a etapa na primeira colocação, com 5 pontos. Com 7 pontos no campeonato, o Bossa Nova, de Valéria Ravani, foi o segundo colocado, seguido do Santosha, de Sílvio Pina, com 17.
Na RGS Cruiser B vitória do Mamanguá, de Paulo Brunozi, com 4 pontos. Respectivamente com 9 e 17 pontos, o Spalla, de Paulo Boscarioli, e o Alphorria, de Mario Gomide, foram o segundo e o terceiro.
Dentre os clássicos, vitória do Morgazek de Michele D´Ipolitto, que terminou o campeonato com 6 pontos acumulados em quatro regatas.O Fuga III, de Robinson Leite, vem em segundo com 9 pontos e o Brazuca, de José Rubens Bueno conquistou a terceira colocação.
Zeus, de Paulo. F. Moura, Sossegado, de Marco Hidalgo e BL3 Urca, de Clauberto Andrade, foram os três primeiros colocados da BRA-RGS A, respectivamente, tendo terminado a etapa com 7, 7 e 15 pontos.
Na BRA-RGS B, a campanha perfeita de seis vitórias nas seis regatas disputadas, levou o My Boy, de Lars Müller, ao primeiro lugar do pódio. Com 14 pontos, o Kaluanã, de Leonardo Soldon, foi o segundo, com o Malagueta, de Fábio Tenório (17 pontos), na terceira colocação.
O Comanda, de Sebastian Menendez, com 6 pontos, terminou em primeiro na BRA-RGS-C, seguido do Bora Bora, de Isabela Malpighi (12) e do Táquion, de Luis Humberto Diniz, com 13 pontos.
Na ORC Cruiser, vitória do Xamã, de Sérgio Klepacz, com 7,8 pontos acumulados. Com 13,5, em segundo, o Lucky V, de Luiz Villares. Na terceira colocação da ORC Cruiser o Jazz, de John Julio Jansen, com 24 pontos. Kalu Silva e a equipe do Orson terminam o campeonato na quarta colocação, com 35 pontos.
Finalmente a ORC Performance teve vitória do 4z Phytoervas, de Marcelo Belloti, com 12 pontos, Com 14, o Inaê Soto, de Bayard Umbuzeiro Neto foi o segundo, seguido do King, de Fabio Faccio, que encerra o campeonato com 21,5 pontos.
Após as regatas deste domingo, aconteceu a premiação geral da etapa com uma homenagem especial ao colaboradors de tantas edições, Daniel Fontana Alves, o “Jacaré”, recentemente falecido, e com a presença de praticamente todas as equipes que prestigiram os vencedores.
A próxima etapa acontece nos dias 20, 21, 27 e 28 de setembro.
A Copa Mitsubishi – Circuito Ilhabela de Vela Oceânica tem patrocínio da Mitsubishi Motors, e apoios da Prefeitura Municipal de Ilhabela, Descarbonize, Marinha do Brasil, REMAX Mar & Vela, Balaio de Ideias, e-Ventos, Control Service, Jornal Ancoradouro, CBVela, ABVO e FEVESP.
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