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Arquivo de Amazônia Azul - Rumo ao Mar https://rumoaomar.org.br/?taxonomy=lugar&term=amazonia-azul Tudo sobre o mar Sun, 03 May 2026 12:30:56 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.7 Morre o Almirante de Esquadra Moura Neto, ex-Comandante da Marinha https://rumoaomar.org.br/amazonia-azul/morre-o-almirante-de-esquadra-moura-neto-ex-comandante-da-marinha/ Fri, 06 Mar 2026 12:00:00 +0000 https://rumoaomar.org.br/?p=156 O Brasil se despediu, na última terça-feira, do Almirante de Esquadra (Reserva) Julio Soares de Moura Neto, ex-Comandante da Marinha e um dos principais líderes navais do País nas últimas décadas. Nascido em 20 de março de 1943, no Rio de Janeiro (RJ), ele construiu uma carreira de mais de 50 anos pautada pela liderança, […]

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O Brasil se despediu, na última terça-feira, do Almirante de Esquadra (Reserva) Julio Soares de Moura Neto, ex-Comandante da Marinha e um dos principais líderes navais do País nas últimas décadas. Nascido em 20 de março de 1943, no Rio de Janeiro (RJ), ele construiu uma carreira de mais de 50 anos pautada pela liderança, visão estratégica e dedicação ao desenvolvimento do poder naval brasileiro. O Almirante Moura Neto ingressou na Escola Naval e foi declarado Guarda-Marinha em 15 de agosto de 1964, galgando todos os postos até alcançar o de Almirante de Esquadra, em 31 de março de 2003. 

Ao longo da carreira, exerceu funções de grande responsabilidade no mar e em terra, consolidando-se como um dos principais chefes navais de sua geração. Entre os cargos ocupados como Oficial-General, destacam-se os de Secretário da Comissão Interministerial para os Recursos do Mar; Comandante do 6º Distrito Naval; Comandante da 1ª Divisão da Esquadra; Comandante do Centro de Instrução Almirante Alexandrino; Diretor de Hidrografia e Navegação, Diretor-Geral do Pessoal da Marinha; Diretor-Geral de Navegação; Comandante de Operações Navais; e Chefe do Estado-Maior da Armada.

Em 2007, assumiu o cargo de Comandante da Marinha, função que exerceu até 2015. Durante esse período, a Força passou por uma fase de importantes avanços institucionais e estratégicos, com destaque para o fortalecimento do conceito de Amazônia Azul e o desenvolvimento de projetos voltados à proteção das riquezas marítimas do País.

Sob sua liderança, avançaram iniciativas como o Programa de Desenvolvimento de Submarinos, responsável pela construção de submarinos convencionais e pelo desenvolvimento do submarino de propulsão nuclear brasileiro, além do fortalecimento do Programa Nuclear da Marinha. Também foram impulsionados projetos para a recuperação da capacidade operacional da Esquadra, a criação de sistemas de monitoramento da Amazônia Azul e a ampliação da presença brasileira em operações internacionais.

Sua gestão ficou marcada, ainda, por avanços na dimensão humana da Força, com a ampliação das oportunidades para as mulheres na carreira naval e o fortalecimento da capacidade expedicionária dos Fuzileiros Navais em missões de paz.

Dedicação ao mar brasileiro após o comando

Após deixar o Comando da Marinha, o Almirante Moura Neto continuou atuando em prol dos interesses marítimos nacionais. Como Coordenador Executivo do Centro de Excelência para o Mar Brasileiro (Cembra), liderou projetos voltados à promoção da mentalidade marítima e ao desenvolvimento sustentável do mar brasileiro.

Entre as iniciativas coordenadas por ele, destacam-se a organização e divulgação da terceira edição do livro “O Brasil e o Mar no Século XXI”, a realização de webinários sobre temas estratégicos, a coordenação de projetos de ciência, tecnologia e inovação no mar, concursos educacionais voltados à cultura oceânica e a ampliação das parcerias com universidades e instituições de pesquisa.

Ao longo de sua trajetória, defendeu de forma constante a importância estratégica do ambiente marítimo para o País. Em uma de suas reflexões sobre o tema, destacou: 

O Almirante de Esquadra Moura Neto deixa um verdadeiro legado, marcado pelo compromisso com a soberania nacional, o desenvolvimento tecnológico e a valorização do mar como patrimônio estratégico do País. Sua atuação contribuiu para consolidar projetos estruturantes, fortalecer a presença do Brasil no ambiente marítimo e ampliar a consciência nacional sobre a importância da Amazônia Azul.

Sua carreira permanece como referência para as gerações de marinheiros que seguem a missão de proteger os interesses do Brasil no mar.

Fonte: Agência Marinha de Notícias
Acesse: https://www.agencia.marinha.mil.br/

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Marinha leva ao Museu Catavento o legado nuclear de Álvaro Alberto https://rumoaomar.org.br/amazonia-azul/marinha-leva-ao-museu-catavento-o-legado-nuclear-de-alvaro-alberto/ Fri, 06 Mar 2026 12:00:00 +0000 https://rumoaomar.org.br/?p=171 A Marinha do Brasil realizou, no dia 30 de janeiro, no  Museu Catavento, em São Paulo (SP), o Tributo ao Almirante Álvaro Alberto da Motta e Silva, em homenagem aos 50 anos de sua trajetória científica, tecnológica e nuclear — legado que o consagrou como Patrono da  Ciência, Tecnologia e Inovação da Marinha do Brasil. A cerimônia reuniu autoridades civis e militares e marcou […]

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Marinha do Brasil realizou, no dia 30 de janeiro, no  Museu Catavento, em São Paulo (SP), o Tributo ao Almirante Álvaro Alberto da Motta e Silva, em homenagem aos 50 anos de sua trajetória científica, tecnológica e nuclear — legado que o consagrou como Patrono da  Ciência, Tecnologia e Inovação da Marinha do Brasil.

A cerimônia reuniu autoridades civis e militares e marcou a ampliação do diálogo entre Defesa,  ciência e sociedade, levando ao grande público a história e os fundamentos do uso pacífico da energia nuclear no Brasil.Museus

Autoridades e parceria institucional

O evento contou com a presença do Alexandre Rabello de Faria, Diretor-Geral de Desenvolvimento Nuclear e Tecnológico da Marinha; do Vahan Agopyan, Secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado de São Paulo; do Aluísio Augusto Cotrim Segurado, Reitor da Universidade de São Paulo; e de Jacques Kann, Diretor-Executivo do Museu Catavento.

Acervo, PROSUB e experiência imersiva

A programação apresentou conteúdos sobre o Programa Nuclear da Marinha e o Programa de Desenvolvimento de Submarinos, e incluiu a experiência imersiva da “Exposição Submarino”, em cartaz no museu desde 2009, com conceitos de biologia marinha, oceanografia e preservação ambiental.

Legado científico e visão estratégica

Em sua fala, o Almirante de Esquadra Rabello destacou que o convênio “simboliza o compromisso com a divulgação científica, a preservação da memória e a formação das futuras gerações”, ressaltando a relevância do uso pacífico da energia nuclear, das Ciências do Mar e da Amazônia Azul para o desenvolvimento do Brasil.Museus

O Secretário Agopyan lembrou que o reconhecimento à trajetória de Álvaro Alberto se expressa no Prêmio Almirante Álvaro Alberto, a mais alta condecoração científica do País, e destacou suas virtudes de visão, coragem e articulação institucional.

A historiadora Camila Martins Cardoso (USP) apresentou a trajetória do Almirante, que presidiu a Academia Brasileira de Ciências, representou o Brasil na Organização das Nações Unidas (Comissão de Energia Atômica, 1946–47) e foi decisivo na criação do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, da Comissão Nacional de Energia Nuclear, do Instituto de Matemática Pura e Aplicada e do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia.

Museu Catavento e alcance educacional

Instalado no Palácio das Indústrias, o Museu Catavento acumula mais de 8 milhões de visitantes em 16 anos e registrou 820 mil visitantes em 2025, figurando entre os mais visitados do País. O espaço possui 250 instalações distribuídas nas seções Universo, Vida, Engenho e Sociedade, funcionando de terça a domingo, das 9h às 17h (bilheteria até 16h).

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Marinha lança primeira Carta Eletrônica S-101 do Brasil: mais precisão na navegação https://rumoaomar.org.br/meteorologia-oceanografia/marinha-lanca-primeira-carta-eletronica-s-101-do-brasil-mais-precisao-na-navegacao/ Thu, 30 Oct 2025 12:00:00 +0000 https://rumoaomar.org.br/?p=1400 A Marinha do Brasil alcançou um marco histórico ao concluir sua primeira Carta de Navegação Eletrônica (ENC) no padrão S-101, o novo modelo internacional definido pela Organização Hidrográfica Internacional (OHI). Produzida pela Diretoria de Hidrografia e Navegação (DHN), a carta cobre a área do Porto de Suape (PE) e inaugura uma nova era de modernização da  cartografia náutica brasileira, oferecendo maior […]

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A Marinha do Brasil alcançou um marco histórico ao concluir sua primeira Carta de Navegação Eletrônica (ENC) no padrão S-101, o novo modelo internacional definido pela Organização Hidrográfica Internacional (OHI). Produzida pela Diretoria de Hidrografia e Navegação (DHN), a carta cobre a área do Porto de Suape (PE) e inaugura uma nova era de modernização da  cartografia náutica brasileira, oferecendo maior precisão, interoperabilidade e segurança para navegantes civis e militares.Treinamento marítimo

O que muda com a Carta Eletrônica S-101

A nova ENC S-101 representa um salto tecnológico em relação ao tradicional padrão S-57, trazendo melhorias fundamentais para a segurança e eficiência da navegação. O modelo permite metadados mais completos, maior detalhamento e estrutura flexível, facilitando atualizações e integração com sistemas modernos de navegação – incluindo sistemas ECDIS avançados e tecnologias emergentes de navios autônomos.

A carta do Porto de Suape foi produzida com base no Banco de Dados Cartográficos, garantindo alta precisão nas informações hidrográficas e geoespaciais. O produto passou por rigorosos testes de validação, atendendo plenamente aos requisitos internacionais de qualidade. A utilização de novas camadas de informação e códigos aprimorados amplia a capacidade de análise dos navegantes e reduz riscos durante manobras críticas em áreas portuárias.

Com o S-101, o Brasil avança para um ambiente cartográfico mais moderno, interoperável e alinhado ao que há de mais atual na navegação mundial.Viagens Brasil

O papel da DHN e o impacto para a navegação

Diretoria de Hidrografia e Navegação (DHN) desempenhou papel central no desenvolvimento e certificação da primeira ENC S-101 brasileira. O projeto seguiu metodologia baseada no Guia de Conhecimento em Gerenciamento de Projetos, reforçando padrões internos de qualidade e elevando o nível de governança técnica na produção cartográfica.

A carta passou por extensos testes e auditorias internas antes de alcançar conformidade total com o novo modelo da OHI. Essa robustez operacional fortalece a confiança de práticos, armadores, embarcações militares e navios internacionais que dependem de informações precisas para operar com segurança na costa brasileira.

O País inicia agora o período de Dual-Fuel, no qual cartas S-57 e S-101 coexistirão. Esse processo garante transição gradual e segura, sem impactos para embarcações que ainda utilizam sistemas antigos. Para a Marinha, a convivência dos dois padrões aumenta a flexibilidade operacional, sustenta ações de patrulha e vigilância e reforça sua capacidade de prover produtos cartográficos modernos e confiáveis.

Modernização da cartografia nacional e impacto estratégico

A adoção da S-101 coloca o Brasil em posição de destaque no cenário marítimo internacional. Em um mundo de tráfego marítimo crescente e tecnologias cada vez mais sofisticadas, possuir cartas eletrônicas no padrão mais avançado da OHI é essencial para garantir segurança da navegação, eficiência logística e soberania marítima.Cursos de navegação

A escolha do Porto de Suape como primeira área mapeada reflete sua relevância estratégica para o comércio exterior e para operações navais. A nova carta traz maior precisão às rotas de aproximação, manobras portuárias, fundeios e áreas restritas — aspectos fundamentais para a movimentação segura de navios de grande porte.

No longo prazo, a modernização cartográfica fortalece a Amazônia Azul, impulsiona a inovação no setor marítimo e cria oportunidades para universidades, institutos de pesquisa e profissionais da hidrografia. Cada nova carta desenvolvida no padrão S-101 elevará o patamar tecnológico brasileiro, garantindo que o País se mantenha alinhado às melhores práticas globais em segurança da navegação.

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Como o Brasil em 1895, reconquista o domínio territorial da Ilha da Trindade, frente a então maior potencia naval, no meio do Atlântico Sul e, sem dar um tiro. https://rumoaomar.org.br/marinha/como-o-brasil-em-1895-reconquista-o-dominio-territorial-da-ilha-da-trindade-frente-a-entao-maior-potencia-naval-no-meio-do-atlantico-sul-e-sem-dar-um-tiro/ Thu, 30 Oct 2025 12:00:00 +0000 https://rumoaomar.org.br/?p=1571 Em julho de 1895, o poderoso Império Britânico invadiu a Ilha da Trindade, um território brasileiro isolado no Atlântico Sul. A vitória brasileira não veio pelo canhão, e sim pela inteligência. Enquanto a população clamava por conflito, diplomatas e historiadores mergulharam em arquivos seculares. Eles encontraram a “bala de prata”: registros incontestáveis de descobrimento português […]

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Em julho de 1895, o poderoso Império Britânico invadiu a Ilha da Trindade, um território brasileiro isolado no Atlântico Sul.

A vitória brasileira não veio pelo canhão, e sim pela inteligência. Enquanto a população clamava por conflito, diplomatas e historiadores mergulharam em arquivos seculares. Eles encontraram a “bala de prata”: registros incontestáveis de descobrimento português datados de 1502. Confrontada com a verdade histórica, a Inglaterra foi obrigada a recuar e devolver a ilha sem disparar um único tiro.

Esta é a história de como a diplomacia venceu a força bruta, garantindo hoje ao Brasil uma vasta área estratégica conhecida como Amazônia Azul.

Assista o vídeo da história no YouTube, clicando na imagem abaixo

Saiba mais sobre a Ilha da Trindade assistindo o vídeo abaixo:

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Mineração na Amazônia Azul: Desafios e Oportunidades https://rumoaomar.org.br/amazonia-azul/mineracao-na-amazonia-azul-desafios-e-oportunidades-2/ Tue, 16 Sep 2025 12:00:00 +0000 https://rumoaomar.org.br/?p=122 A Amazônia Azul, com seus 5,7 milhões de km², representa um vasto território de riquezas naturais ainda pouco conhecidas. Entre os recursos estratégicos presentes no fundo do mar brasileiro estão minerais essenciais para várias indústrias e setores econômicos, incluindo: construção civil, agronegócio, siderurgia, cosméticos, farmacêutico, eletrônicos, dentre outros. Muitos destes minerais são a base para […]

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A Amazônia Azul, com seus 5,7 milhões de km², representa um vasto território de riquezas naturais ainda pouco conhecidas. Entre os recursos estratégicos presentes no fundo do mar brasileiro estão minerais essenciais para várias indústrias e setores econômicos, incluindo: construção civil, agronegócio, siderurgia, cosméticos, farmacêutico, eletrônicos, dentre outros. Muitos destes minerais são a base para a transição energética, como: manganês, níquel, cobre, cobalto, lítio, Terras Raras e outros elementos encontrados em nódulos e sulfetos polimetálicos polimetálicos, sulfetos e crostas cobaltíferas, fosforitas, pláceres de minerais pesados e granulados siliciclásticos e bioclásticos. Esses minerais podem desempenhar um papel fundamental no desenvolvimento sustentável do país, ampliando sua inserção na economia azul e contribuindo para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Entretanto, a exploração mineral em águas profundas nos fundos marinhos também traz grandes desafios. Os impactos ambientais associados à atividade incluem: aumento da turbidez, ruídos, iluminação, poluição química e riscos à biodiversidade marinha, em especial às comunidades de corais profundos bentônicas. Além disso, existem questões geopolíticas e de soberania, pois a disputa por recursos minerais no mar envolve tanto a Zona Econômica Exclusiva (ZEE) quanto áreas internacionais (AREA), reguladas pela Autoridade Internacional dos Fundos Marinhos (ISA).

Ao longo das últimas décadas, o Brasil tem investido em projetos de pesquisa e exploração, como os levantamentos sistemáticos realizados pela Marinha e pelas universidades, além de programas como o PGGM, REMAC, LEPLAC, REMPLAC e o PROAREA, que buscam mapear e compreender os recursos minerais do fundo marinho. Essas iniciativas reforçam a importância de integrar ciência, tecnologia e políticas públicas para garantir o uso sustentável dos recursos oceânicos.

Para aprofundar esse debate, o Professor Doutor Marcelo Sperle Dias, Oceanógrafo, Professor Associado da Faculdade de Oceanografia da UERJ e Vice-Coordenador do Programa de Geologia e Geofísica Marinha, ministrará a palestra de curta duração intitulada “Mineração na Amazônia Azul: Desafios e Oportunidades”. O encontro é uma oportunidade única para compreender os avanços científicos, tecnológicos, os riscos ambientais e as oportunidades estratégicas que envolvem o futuro da mineração marinha no Brasil.

Saiba mais assistindo à palestra “Mineração na Amazônia Azul: Desafios e Oportunidades”, que será realizada no próximo dia 24 de setembro, a partir das 10h.

CLIQUE AQUI E ASSISTA!

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Amazônia Azul – A sustentabilidade do Mar Brasileiro https://rumoaomar.org.br/amazonia-azul/amazonia-azul-a-sustentabilidade-do-mar-brasileiro/ Tue, 16 Sep 2025 12:00:00 +0000 https://rumoaomar.org.br/?p=92 A ABQ – Academia Brasileira da Qualidade da Divulgação, busca desenvolver e disseminar a cultura da qualidade em benefício da sociedade. Seus pilares incluem: Ética e sustentabilidade, como expressos na Carta de Princípios; Compromisso com a educação, gestão eficaz e responsabilidade socioambiental; Adoção de valores como integridade, transparência e inovação. Assim, o tema da Live […]

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A ABQ – Academia Brasileira da Qualidade da Divulgação, busca desenvolver e disseminar a cultura da qualidade em benefício da sociedade. Seus pilares incluem:

  • Ética e sustentabilidade, como expressos na Carta de Princípios;
  • Compromisso com a educação, gestão eficaz e responsabilidade socioambiental;
  • Adoção de valores como integridade, transparência e inovação.

Assim, o tema da Live 45 conecta-se diretamente com a qualidade no desenvolvimento sustentável, ampliando o conceito de qualidade para além de produtos e processos, e abordando governança ambiental marinha, soberania e uso racional dos recursos da Amazônia Azul. Teremos a participação do Almirante Almirante Moura Neto, e a moderação de Jairo Martins (Presidente ABQ) e Kleber Nóbrega (Diretor de Conteúdos ABQ). Amazônia Azul é um conceito estratégico que designa o espaço marítimo sob jurisdição brasileira, com extensão superior à da Amazônia Verde, rico em biodiversidade, minerais, pesca e potencial energético. O evento ocorre em um momento de grande visibilidade internacional para temas ambientais, com o Brasil sediando a COP30 em 2025, reforçando o papel do país na agenda climática global. A participação do Almirante Moura Neto traz profundidade à discussão sobre soberania, defesa, e sustentabilidade no uso do mar. Junte-se a nós nesse diálogo essencial para um mundo mais verde e equilibrado.

Assista ABAIXO:

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Publicação propõe estratégias para transformar o mar brasileiro em prioridade nacional https://rumoaomar.org.br/marinha/publicacao-propoe-estrategias-para-transformar-o-mar-brasileiro-em-prioridade-nacional/ Tue, 16 Sep 2025 12:00:00 +0000 https://rumoaomar.org.br/?p=1434 Crédito: Marinha do Brasil Fonte: Agência Marinha de NotíciasAcesse: https://www.agencia.marinha.mil.br/ O Centro de Excelência para o Mar Brasileiro (Cembra), em parceria com a Fundação de Estudos do Mar (FEMAR), lançou o Caderno de Ciência, Tecnologia e Inovação no Mar, publicação que apresenta diagnósticos e propostas para que o Mar Brasileiro se torne uma prioridade nacional. […]

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Crédito: Marinha do Brasil

Fonte: Agência Marinha de Notícias
Acesse: https://www.agencia.marinha.mil.br/

O Centro de Excelência para o Mar Brasileiro (Cembra), em parceria com a Fundação de Estudos do Mar (FEMAR), lançou o Caderno de Ciência, Tecnologia e Inovação no Mar, publicação que apresenta diagnósticos e propostas para que o Mar Brasileiro se torne uma prioridade nacional. A iniciativa busca impulsionar o desenvolvimento sustentável da Amazônia Azul, território marítimo estratégico para a economia, soberania e preservação ambiental do País.

O documento, disponível no site do Cembra, reúne recomendações voltadas à ampliação da pesquisa científica, ao fortalecimento de tecnologias navais e à consolidação da economia do mar como vetor de desenvolvimento.

Ciência, dados e inovação no centro da estratégia

Resultado de um amplo debate com especialistas,o Caderno de Ciência, Tecnologia e Inovação no Mar propõe uma visão integrada para o avanço da economia azul brasileira. Entre os setores de destaque estão a observação oceânica, as energias renováveis, a biotecnologia marinha, a pesca sustentável, a maricultura, a construção naval e as tecnologias digitais.

Para o Professor Doutor Sidney Mello, da Universidade Federal Fluminense (UFF) e Associado do Cembra, o Brasil precisa investir, com urgência, na formação de cientistas, na ampliação da frota de pesquisa e na criação de um repositório nacional de dados oceanográficos. “Sem dados, não há soberania e nem inovação”, destaca.

Energia renovável e geração de valor

O documento também aponta como prioridade o aproveitamento do potencial brasileiro em energia eólica offshore e em correntes marinhas, além de destacar a necessidade de projetos integrados para a produção de hidrogênio verde. “É preciso uma visão holística entre ciência, tecnologia e setor produtivo”, defende o presidente da FEMAR, Almirante de Esquadra (da reserva) Marcelo Francisco Campos.

Ele também reforça a importância de agregar valor à produção marítima nacional, a exemplo do que já acontece nos setores aeronáutico e de defesa. “Temos competência tecnológica, mas ainda exportamos muitos produtos do mar in natura, sem transformação”, alerta.

Marco para a Década do Oceano

O lançamento do Caderno de Ciência, Tecnologia e Inovação no Mar ocorre em um momento estratégico, alinhado à Década da Ciência Oceânica para o Desenvolvimento Sustentável (2021–2030), iniciativa da Organização das Nações Unidas (ONU) que estimula ações globais em prol da saúde dos oceanos. O documento é considerado um marco para a construção de políticas públicas e investimentos de longo prazo.

Sobre o Cembra

O Centro de Excelência para o Mar Brasileiro (Cembra) é uma organização sem fins lucrativos que promove ações estruturantes voltadas ao estudo, desenvolvimento e aproveitamento sustentável da Amazônia Azul. Por meio da integração entre governo, setor produtivo e academia, busca fortalecer a economia do mar e preservar os recursos marinhos.

Seu propósito é contribuir para o desenvolvimento socioeconômico, científico e tecnológico do País, com foco na exploração e no domínio do Mar Brasileiro. Atua na realização de estudos, projetos, pesquisas e no desenvolvimento de tecnologias de ponta, apoiando instituições e profissionais especializados. O objetivo é gerar conhecimento, processos, produtos e serviços de alta qualidade, que reforcem a soberania e a sustentabilidade do Brasil no ambiente marítimo.

O Cembra é formado por Parceiros Fundadores — Marinha do Brasil, COPPE/UFRJ e Universidade Federal do Rio Grande (FURG) — e Parceiros Estratégicos, como a Fundação de Estudos do Mar (FEMAR), a Universidade Federal Fluminense (UFF) e a Diretoria-Geral de Desenvolvimento Nuclear e Tecnológico da Marinha (DGDNTM), além de contar com consultores e especialistas de diversas áreas.

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Centro de Excelência para o Mar Brasileiro recebe 1.109 redações de 24 estados do Brasil https://rumoaomar.org.br/mentalidade-maritima/centro-de-excelencia-para-o-mar-brasileiro-recebe-1-109-redacoes-de-24-estados-do-brasil/ Sun, 14 Sep 2025 12:00:00 +0000 https://rumoaomar.org.br/?p=1337 Fonte: Agência Marinha de NotíciasAcesse: https://www.agencia.marinha.mil.br/ O 3º Concurso de Redação promovido pelo Centro de Excelência para o Mar Brasileiro (Cembra) encerrou o período de inscrições com 1.109 redações recebidas, provenientes de 24 estados brasileiros. Com o tema “A Cultura Oceânica”, esta edição reforçou a necessidade de conscientização da juventude quanto à importância do mar, […]

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Fonte: Agência Marinha de Notícias
Acesse: https://www.agencia.marinha.mil.br/

O 3º Concurso de Redação promovido pelo Centro de Excelência para o Mar Brasileiro (Cembra) encerrou o período de inscrições com 1.109 redações recebidas, provenientes de 24 estados brasileiros. Com o tema “A Cultura Oceânica”, esta edição reforçou a necessidade de conscientização da juventude quanto à importância do mar, consolidando-se como uma das principais estratégias de divulgação da Amazônia Azul junto às novas gerações de estudantes do País.

O resultado oficial será divulgado no dia 17 de novembro, no site do Cembra, e a cerimônia de premiação ocorrerá em 18 de dezembro, a bordo do Navio de Pesquisa Hidroceanográfico (NPqHo) “Vital de Oliveira” – o mais moderno da América Latina em seu segmento. Os primeiros colocados de cada categoria (Ensino Fundamental, Ensino Médio e Ensino Superior) receberão tablets e terão a oportunidade de conhecer o navio da Marinha do Brasil, referência mundial em pesquisas oceanográficas.

O Concurso de Redação do Cembra é uma oportunidade única de aproximar os jovens brasileiros do conhecimento sobre o mar e sua importância estratégica para o País. Ao estimular a reflexão e a criatividade dos estudantes em torno da cultura oceânica, o concurso fortalece a formação de cidadãos conscientes, críticos e engajados com a preservação e o desenvolvimento sustentável da Economia do Mar em nossa Amazônia Azul. Cada redação recebida é um testemunho do interesse crescente dos estudantes pelo mar, e iniciativas como esta contribuem diretamente para consolidar a mentalidade marítima no ambiente educacional e na sociedade em geral”, disse o Coordenador Executivo Interino do Cembra, Almirante de Esquadra Marcelo Francisco Campos.

Nas três edições já realizadas, o Concurso de Redação do Cembra contabilizou 3.118 textos recebidos. As dez melhores redações de cada nível de ensino também serão premiadas com diplomas e exemplares do livro “O Brasil e o Mar no Século XXI”, reforçando o estímulo à produção escrita e à reflexão sobre a importância estratégica do mar para o futuro do País.

Crescimento e engajamento nacional e distribuição por estado

O concurso manteve o caráter nacional, com participantes de todas as regiões do Brasil. O número de redações cresceu mais de 50% em relação à edição anterior, demonstrando o avanço da cultura oceânica no ambiente educacional brasileiro. O estado do Rio de Janeiro liderou o número de participações, seguido por São Paulo e Rio Grande do Sul, confirmando a ampla adesão das regiões Sudeste e Sul.

Posição Estado Redações Recebidas % do Total
Rio de Janeiro 228 20,56%
São Paulo 214 19,29%
Rio Grande do Sul 166 14,97%
Rio Grande do Norte 111 10,01%
Minas Gerais 108 9,74%
Ceará 86  7,75%
Pará 49 4,42%
Santa Catarina 40 3,61%
Maranhão 18 1,62%
10º Espírito Santo 17 1,53%
11º Bahia 14 1,26%
12º Mato Grosso do Sul 13 1,17%
13º Pernambuco 11 0,99%
14º Distrito Federal 6 0,54%
15º Paraná 6 0,54%
16º Piauí 6 0,54%
17º Alagoas 4 0,36%
18º Amazonas 3 0,27%
19º Paraíba 3 0,27%
20º Rondônia 2 0,18%
21º Amapá 1 0,09%
22º Goiás 1 0,09%
23º Roraima 1 0,09%
24º Tocantins 1 0,09%
25º Acre 0 0,00%
26º Mato Grosso 0 0,00%
27º Sergipe 0 0,00%
Participação por nível de ensino

O Ensino Médio concentrou mais da metade das participações, seguido pelo Ensino Fundamental e Ensino Superior, refletindo o interesse crescente entre os jovens de diferentes faixas etárias.

Nível de Ensino Redações Recebidas  % do Total
Ensino Médio 587 52,93%
Ensino Fundamental 441 39,77%
Ensino Superior 81 7,30%
Total Geral 1.109 100%
 
Incentivo à cultura oceânica

Promovido anualmente pelo Cembra, com o apoio da MB, o concurso busca fortalecer a cultura oceânica e o sentimento de pertencimento ao mar, estimulando estudantes a refletirem sobre os desafios da sustentabilidade marinha e o papel estratégico da Amazônia Azul.

Ao unir educação, ciência e comunicação, a iniciativa contribui para aproximar a sociedade dos temas ligados ao mar brasileiro — um território de mais de 5,7 milhões de km², repleto de riquezas naturais, oportunidades econômicas e importância geopolítica.

Fonte: Agência Marinha de Notícias
Acesse: https://www.agencia.marinha.mil.br/

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A importância da Amazônia Azul para o Brasil e, o trabalho crucial que a Marinha desenvolve anonimamente neste amplo e complexo cenário. https://rumoaomar.org.br/marinha/jota-jota-podcast-destaca-a-importancia-do-trabalho-da-marinha-do-brasil/ Fri, 08 Aug 2025 12:00:00 +0000 https://rumoaomar.org.br/?p=1613 Imperdível e emocionante PODCAST conduzido por Joel Jota e Flávio Augusto, Embaixador de Comunicação Estratégica da Marinha. Eles entrevistam a Tenente Rafaela do Centro de Comunicação Social da Marinha e o Capitão de Mar e Guerra, Rodrigo de Campos Carvalho, Subsecretário para o Plano de Levantamento da Plataforma Continental Brasileira (LEPLAC) da Cirm. Ao longo […]

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Imperdível e emocionante PODCAST conduzido por Joel Jota e Flávio Augusto, Embaixador de Comunicação Estratégica da Marinha. Eles entrevistam a Tenente Rafaela do Centro de Comunicação Social da Marinha e o Capitão de Mar e Guerra, Rodrigo de Campos Carvalho, Subsecretário para o Plano de Levantamento da Plataforma Continental Brasileira (LEPLAC) da Cirm. Ao longo da entrevista, somos conduzidos a um universo que nos pertence mas que poucos brasileiros tem noção da sua importância e de seu vasto potencial libertador. Assunto de tamanha relevância é impregnado e não poderia ser diferente, por profundo sentimento solidário e outras nobres virtudes que nos inspiram a redobrar esforços cada vez maiores, para superar os obstáculos que possam estar entravando o Progresso. Com histórias emocionantes, são abordados temas como “Amazônia Azul“, o novo mapa completo do Brasil, Mentalidade Marítima e muito mais .

Novo mapa do Brasil ampliado para o leste, incluindo a Amazônia Azul.

“2/3 do Planeta é Mar”. “O Mar é vida!” “O Brasil é inviável sem o Mar!”

Assista o vídeo abaixo.

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Mineração na Amazônia Azul: Desafios e Oportunidades https://rumoaomar.org.br/amazonia-azul/mineracao-na-amazonia-azul-desafios-e-oportunidades/ Wed, 06 Aug 2025 12:00:00 +0000 https://rumoaomar.org.br/?p=85 Estão abertas as inscrições para a palestra Mineração na Amazônia Azul: Desafios e Oportunidades que será ministrada pelo Professor Dr. Marcelo Sperle Dias, Oceanógrafo, professor de Oceanografia da UERJ e líder do Grupo de Pesquisa em Oceanogradua Geológica. A palestra acontece no dia 24 deste mês a partir das 10h. O link para inscrições é […]

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Estão abertas as inscrições para a palestra Mineração na Amazônia Azul: Desafios e Oportunidades que será ministrada pelo Professor Dr. Marcelo Sperle Dias, Oceanógrafo, professor de Oceanografia da UERJ e líder do Grupo de Pesquisa em Oceanogradua Geológica.

A palestra acontece no dia 24 deste mês a partir das 10h. O link para inscrições é este!

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