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]]>Ao longo da carreira, exerceu funções de grande responsabilidade no mar e em terra, consolidando-se como um dos principais chefes navais de sua geração. Entre os cargos ocupados como Oficial-General, destacam-se os de Secretário da Comissão Interministerial para os Recursos do Mar; Comandante do 6º Distrito Naval; Comandante da 1ª Divisão da Esquadra; Comandante do Centro de Instrução Almirante Alexandrino; Diretor de Hidrografia e Navegação, Diretor-Geral do Pessoal da Marinha; Diretor-Geral de Navegação; Comandante de Operações Navais; e Chefe do Estado-Maior da Armada.
Em 2007, assumiu o cargo de Comandante da Marinha, função que exerceu até 2015. Durante esse período, a Força passou por uma fase de importantes avanços institucionais e estratégicos, com destaque para o fortalecimento do conceito de Amazônia Azul e o desenvolvimento de projetos voltados à proteção das riquezas marítimas do País.
Sob sua liderança, avançaram iniciativas como o Programa de Desenvolvimento de Submarinos, responsável pela construção de submarinos convencionais e pelo desenvolvimento do submarino de propulsão nuclear brasileiro, além do fortalecimento do Programa Nuclear da Marinha. Também foram impulsionados projetos para a recuperação da capacidade operacional da Esquadra, a criação de sistemas de monitoramento da Amazônia Azul e a ampliação da presença brasileira em operações internacionais.
Sua gestão ficou marcada, ainda, por avanços na dimensão humana da Força, com a ampliação das oportunidades para as mulheres na carreira naval e o fortalecimento da capacidade expedicionária dos Fuzileiros Navais em missões de paz.
Após deixar o Comando da Marinha, o Almirante Moura Neto continuou atuando em prol dos interesses marítimos nacionais. Como Coordenador Executivo do Centro de Excelência para o Mar Brasileiro (Cembra), liderou projetos voltados à promoção da mentalidade marítima e ao desenvolvimento sustentável do mar brasileiro.
Entre as iniciativas coordenadas por ele, destacam-se a organização e divulgação da terceira edição do livro “O Brasil e o Mar no Século XXI”, a realização de webinários sobre temas estratégicos, a coordenação de projetos de ciência, tecnologia e inovação no mar, concursos educacionais voltados à cultura oceânica e a ampliação das parcerias com universidades e instituições de pesquisa.
Ao longo de sua trajetória, defendeu de forma constante a importância estratégica do ambiente marítimo para o País. Em uma de suas reflexões sobre o tema, destacou:
O Almirante de Esquadra Moura Neto deixa um verdadeiro legado, marcado pelo compromisso com a soberania nacional, o desenvolvimento tecnológico e a valorização do mar como patrimônio estratégico do País. Sua atuação contribuiu para consolidar projetos estruturantes, fortalecer a presença do Brasil no ambiente marítimo e ampliar a consciência nacional sobre a importância da Amazônia Azul.
Sua carreira permanece como referência para as gerações de marinheiros que seguem a missão de proteger os interesses do Brasil no mar.
Fonte: Agência Marinha de Notícias
Acesse: https://www.agencia.marinha.mil.br/
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]]>The post Marinha leva ao Museu Catavento o legado nuclear de Álvaro Alberto appeared first on Rumo ao Mar.
]]>A cerimônia reuniu autoridades civis e militares e marcou a ampliação do diálogo entre Defesa, ciência e sociedade, levando ao grande público a história e os fundamentos do uso pacífico da energia nuclear no Brasil.Museus
O evento contou com a presença do Alexandre Rabello de Faria, Diretor-Geral de Desenvolvimento Nuclear e Tecnológico da Marinha; do Vahan Agopyan, Secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado de São Paulo; do Aluísio Augusto Cotrim Segurado, Reitor da Universidade de São Paulo; e de Jacques Kann, Diretor-Executivo do Museu Catavento.
A programação apresentou conteúdos sobre o Programa Nuclear da Marinha e o Programa de Desenvolvimento de Submarinos, e incluiu a experiência imersiva da “Exposição Submarino”, em cartaz no museu desde 2009, com conceitos de biologia marinha, oceanografia e preservação ambiental.
Em sua fala, o Almirante de Esquadra Rabello destacou que o convênio “simboliza o compromisso com a divulgação científica, a preservação da memória e a formação das futuras gerações”, ressaltando a relevância do uso pacífico da energia nuclear, das Ciências do Mar e da Amazônia Azul para o desenvolvimento do Brasil.Museus
O Secretário Agopyan lembrou que o reconhecimento à trajetória de Álvaro Alberto se expressa no Prêmio Almirante Álvaro Alberto, a mais alta condecoração científica do País, e destacou suas virtudes de visão, coragem e articulação institucional.
A historiadora Camila Martins Cardoso (USP) apresentou a trajetória do Almirante, que presidiu a Academia Brasileira de Ciências, representou o Brasil na Organização das Nações Unidas (Comissão de Energia Atômica, 1946–47) e foi decisivo na criação do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, da Comissão Nacional de Energia Nuclear, do Instituto de Matemática Pura e Aplicada e do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia.
Instalado no Palácio das Indústrias, o Museu Catavento acumula mais de 8 milhões de visitantes em 16 anos e registrou 820 mil visitantes em 2025, figurando entre os mais visitados do País. O espaço possui 250 instalações distribuídas nas seções Universo, Vida, Engenho e Sociedade, funcionando de terça a domingo, das 9h às 17h (bilheteria até 16h).
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]]>The post Marinha lança primeira Carta Eletrônica S-101 do Brasil: mais precisão na navegação appeared first on Rumo ao Mar.
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A Marinha do Brasil alcançou um marco histórico ao concluir sua primeira Carta de Navegação Eletrônica (ENC) no padrão S-101, o novo modelo internacional definido pela Organização Hidrográfica Internacional (OHI). Produzida pela Diretoria de Hidrografia e Navegação (DHN), a carta cobre a área do Porto de Suape (PE) e inaugura uma nova era de modernização da cartografia náutica brasileira, oferecendo maior precisão, interoperabilidade e segurança para navegantes civis e militares.Treinamento marítimo
A nova ENC S-101 representa um salto tecnológico em relação ao tradicional padrão S-57, trazendo melhorias fundamentais para a segurança e eficiência da navegação. O modelo permite metadados mais completos, maior detalhamento e estrutura flexível, facilitando atualizações e integração com sistemas modernos de navegação – incluindo sistemas ECDIS avançados e tecnologias emergentes de navios autônomos.
A carta do Porto de Suape foi produzida com base no Banco de Dados Cartográficos, garantindo alta precisão nas informações hidrográficas e geoespaciais. O produto passou por rigorosos testes de validação, atendendo plenamente aos requisitos internacionais de qualidade. A utilização de novas camadas de informação e códigos aprimorados amplia a capacidade de análise dos navegantes e reduz riscos durante manobras críticas em áreas portuárias.
Com o S-101, o Brasil avança para um ambiente cartográfico mais moderno, interoperável e alinhado ao que há de mais atual na navegação mundial.Viagens Brasil
A Diretoria de Hidrografia e Navegação (DHN) desempenhou papel central no desenvolvimento e certificação da primeira ENC S-101 brasileira. O projeto seguiu metodologia baseada no Guia de Conhecimento em Gerenciamento de Projetos, reforçando padrões internos de qualidade e elevando o nível de governança técnica na produção cartográfica.
A carta passou por extensos testes e auditorias internas antes de alcançar conformidade total com o novo modelo da OHI. Essa robustez operacional fortalece a confiança de práticos, armadores, embarcações militares e navios internacionais que dependem de informações precisas para operar com segurança na costa brasileira.
O País inicia agora o período de Dual-Fuel, no qual cartas S-57 e S-101 coexistirão. Esse processo garante transição gradual e segura, sem impactos para embarcações que ainda utilizam sistemas antigos. Para a Marinha, a convivência dos dois padrões aumenta a flexibilidade operacional, sustenta ações de patrulha e vigilância e reforça sua capacidade de prover produtos cartográficos modernos e confiáveis.
A adoção da S-101 coloca o Brasil em posição de destaque no cenário marítimo internacional. Em um mundo de tráfego marítimo crescente e tecnologias cada vez mais sofisticadas, possuir cartas eletrônicas no padrão mais avançado da OHI é essencial para garantir segurança da navegação, eficiência logística e soberania marítima.Cursos de navegação
A escolha do Porto de Suape como primeira área mapeada reflete sua relevância estratégica para o comércio exterior e para operações navais. A nova carta traz maior precisão às rotas de aproximação, manobras portuárias, fundeios e áreas restritas — aspectos fundamentais para a movimentação segura de navios de grande porte.
No longo prazo, a modernização cartográfica fortalece a Amazônia Azul, impulsiona a inovação no setor marítimo e cria oportunidades para universidades, institutos de pesquisa e profissionais da hidrografia. Cada nova carta desenvolvida no padrão S-101 elevará o patamar tecnológico brasileiro, garantindo que o País se mantenha alinhado às melhores práticas globais em segurança da navegação.
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]]>The post Como o Brasil em 1895, reconquista o domínio territorial da Ilha da Trindade, frente a então maior potencia naval, no meio do Atlântico Sul e, sem dar um tiro. appeared first on Rumo ao Mar.
]]>A vitória brasileira não veio pelo canhão, e sim pela inteligência. Enquanto a população clamava por conflito, diplomatas e historiadores mergulharam em arquivos seculares. Eles encontraram a “bala de prata”: registros incontestáveis de descobrimento português datados de 1502. Confrontada com a verdade histórica, a Inglaterra foi obrigada a recuar e devolver a ilha sem disparar um único tiro.
Esta é a história de como a diplomacia venceu a força bruta, garantindo hoje ao Brasil uma vasta área estratégica conhecida como Amazônia Azul.
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]]>The post Mineração na Amazônia Azul: Desafios e Oportunidades appeared first on Rumo ao Mar.
]]>Entretanto, a exploração mineral em águas profundas nos fundos marinhos também traz grandes desafios. Os impactos ambientais associados à atividade incluem: aumento da turbidez, ruídos, iluminação, poluição química e riscos à biodiversidade marinha, em especial às comunidades de corais profundos bentônicas. Além disso, existem questões geopolíticas e de soberania, pois a disputa por recursos minerais no mar envolve tanto a Zona Econômica Exclusiva (ZEE) quanto áreas internacionais (AREA), reguladas pela Autoridade Internacional dos Fundos Marinhos (ISA).
Ao longo das últimas décadas, o Brasil tem investido em projetos de pesquisa e exploração, como os levantamentos sistemáticos realizados pela Marinha e pelas universidades, além de programas como o PGGM, REMAC, LEPLAC, REMPLAC e o PROAREA, que buscam mapear e compreender os recursos minerais do fundo marinho. Essas iniciativas reforçam a importância de integrar ciência, tecnologia e políticas públicas para garantir o uso sustentável dos recursos oceânicos.
Para aprofundar esse debate, o Professor Doutor Marcelo Sperle Dias, Oceanógrafo, Professor Associado da Faculdade de Oceanografia da UERJ e Vice-Coordenador do Programa de Geologia e Geofísica Marinha, ministrará a palestra de curta duração intitulada “Mineração na Amazônia Azul: Desafios e Oportunidades”. O encontro é uma oportunidade única para compreender os avanços científicos, tecnológicos, os riscos ambientais e as oportunidades estratégicas que envolvem o futuro da mineração marinha no Brasil.
Saiba mais assistindo à palestra “Mineração na Amazônia Azul: Desafios e Oportunidades”, que será realizada no próximo dia 24 de setembro, a partir das 10h.
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]]>The post Amazônia Azul – A sustentabilidade do Mar Brasileiro appeared first on Rumo ao Mar.
]]>Assim, o tema da Live 45 conecta-se diretamente com a qualidade no desenvolvimento sustentável, ampliando o conceito de qualidade para além de produtos e processos, e abordando governança ambiental marinha, soberania e uso racional dos recursos da Amazônia Azul. Teremos a participação do Almirante Almirante Moura Neto, e a moderação de Jairo Martins (Presidente ABQ) e Kleber Nóbrega (Diretor de Conteúdos ABQ). Amazônia Azul é um conceito estratégico que designa o espaço marítimo sob jurisdição brasileira, com extensão superior à da Amazônia Verde, rico em biodiversidade, minerais, pesca e potencial energético. O evento ocorre em um momento de grande visibilidade internacional para temas ambientais, com o Brasil sediando a COP30 em 2025, reforçando o papel do país na agenda climática global. A participação do Almirante Moura Neto traz profundidade à discussão sobre soberania, defesa, e sustentabilidade no uso do mar. Junte-se a nós nesse diálogo essencial para um mundo mais verde e equilibrado.
Assista ABAIXO:
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]]>The post Publicação propõe estratégias para transformar o mar brasileiro em prioridade nacional appeared first on Rumo ao Mar.
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Fonte: Agência Marinha de Notícias
Acesse: https://www.agencia.marinha.mil.br/
O Centro de Excelência para o Mar Brasileiro (Cembra), em parceria com a Fundação de Estudos do Mar (FEMAR), lançou o Caderno de Ciência, Tecnologia e Inovação no Mar, publicação que apresenta diagnósticos e propostas para que o Mar Brasileiro se torne uma prioridade nacional. A iniciativa busca impulsionar o desenvolvimento sustentável da Amazônia Azul, território marítimo estratégico para a economia, soberania e preservação ambiental do País.
O documento, disponível no site do Cembra, reúne recomendações voltadas à ampliação da pesquisa científica, ao fortalecimento de tecnologias navais e à consolidação da economia do mar como vetor de desenvolvimento.
Resultado de um amplo debate com especialistas,o Caderno de Ciência, Tecnologia e Inovação no Mar propõe uma visão integrada para o avanço da economia azul brasileira. Entre os setores de destaque estão a observação oceânica, as energias renováveis, a biotecnologia marinha, a pesca sustentável, a maricultura, a construção naval e as tecnologias digitais.
Para o Professor Doutor Sidney Mello, da Universidade Federal Fluminense (UFF) e Associado do Cembra, o Brasil precisa investir, com urgência, na formação de cientistas, na ampliação da frota de pesquisa e na criação de um repositório nacional de dados oceanográficos. “Sem dados, não há soberania e nem inovação”, destaca.
O documento também aponta como prioridade o aproveitamento do potencial brasileiro em energia eólica offshore e em correntes marinhas, além de destacar a necessidade de projetos integrados para a produção de hidrogênio verde. “É preciso uma visão holística entre ciência, tecnologia e setor produtivo”, defende o presidente da FEMAR, Almirante de Esquadra (da reserva) Marcelo Francisco Campos.
Ele também reforça a importância de agregar valor à produção marítima nacional, a exemplo do que já acontece nos setores aeronáutico e de defesa. “Temos competência tecnológica, mas ainda exportamos muitos produtos do mar in natura, sem transformação”, alerta.
O lançamento do Caderno de Ciência, Tecnologia e Inovação no Mar ocorre em um momento estratégico, alinhado à Década da Ciência Oceânica para o Desenvolvimento Sustentável (2021–2030), iniciativa da Organização das Nações Unidas (ONU) que estimula ações globais em prol da saúde dos oceanos. O documento é considerado um marco para a construção de políticas públicas e investimentos de longo prazo.
O Centro de Excelência para o Mar Brasileiro (Cembra) é uma organização sem fins lucrativos que promove ações estruturantes voltadas ao estudo, desenvolvimento e aproveitamento sustentável da Amazônia Azul. Por meio da integração entre governo, setor produtivo e academia, busca fortalecer a economia do mar e preservar os recursos marinhos.
Seu propósito é contribuir para o desenvolvimento socioeconômico, científico e tecnológico do País, com foco na exploração e no domínio do Mar Brasileiro. Atua na realização de estudos, projetos, pesquisas e no desenvolvimento de tecnologias de ponta, apoiando instituições e profissionais especializados. O objetivo é gerar conhecimento, processos, produtos e serviços de alta qualidade, que reforcem a soberania e a sustentabilidade do Brasil no ambiente marítimo.
O Cembra é formado por Parceiros Fundadores — Marinha do Brasil, COPPE/UFRJ e Universidade Federal do Rio Grande (FURG) — e Parceiros Estratégicos, como a Fundação de Estudos do Mar (FEMAR), a Universidade Federal Fluminense (UFF) e a Diretoria-Geral de Desenvolvimento Nuclear e Tecnológico da Marinha (DGDNTM), além de contar com consultores e especialistas de diversas áreas.
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]]>O 3º Concurso de Redação promovido pelo Centro de Excelência para o Mar Brasileiro (Cembra) encerrou o período de inscrições com 1.109 redações recebidas, provenientes de 24 estados brasileiros. Com o tema “A Cultura Oceânica”, esta edição reforçou a necessidade de conscientização da juventude quanto à importância do mar, consolidando-se como uma das principais estratégias de divulgação da Amazônia Azul junto às novas gerações de estudantes do País.
O resultado oficial será divulgado no dia 17 de novembro, no site do Cembra, e a cerimônia de premiação ocorrerá em 18 de dezembro, a bordo do Navio de Pesquisa Hidroceanográfico (NPqHo) “Vital de Oliveira” – o mais moderno da América Latina em seu segmento. Os primeiros colocados de cada categoria (Ensino Fundamental, Ensino Médio e Ensino Superior) receberão tablets e terão a oportunidade de conhecer o navio da Marinha do Brasil, referência mundial em pesquisas oceanográficas.
O Concurso de Redação do Cembra é uma oportunidade única de aproximar os jovens brasileiros do conhecimento sobre o mar e sua importância estratégica para o País. Ao estimular a reflexão e a criatividade dos estudantes em torno da cultura oceânica, o concurso fortalece a formação de cidadãos conscientes, críticos e engajados com a preservação e o desenvolvimento sustentável da Economia do Mar em nossa Amazônia Azul. Cada redação recebida é um testemunho do interesse crescente dos estudantes pelo mar, e iniciativas como esta contribuem diretamente para consolidar a mentalidade marítima no ambiente educacional e na sociedade em geral”, disse o Coordenador Executivo Interino do Cembra, Almirante de Esquadra Marcelo Francisco Campos.
Nas três edições já realizadas, o Concurso de Redação do Cembra contabilizou 3.118 textos recebidos. As dez melhores redações de cada nível de ensino também serão premiadas com diplomas e exemplares do livro “O Brasil e o Mar no Século XXI”, reforçando o estímulo à produção escrita e à reflexão sobre a importância estratégica do mar para o futuro do País.
O concurso manteve o caráter nacional, com participantes de todas as regiões do Brasil. O número de redações cresceu mais de 50% em relação à edição anterior, demonstrando o avanço da cultura oceânica no ambiente educacional brasileiro. O estado do Rio de Janeiro liderou o número de participações, seguido por São Paulo e Rio Grande do Sul, confirmando a ampla adesão das regiões Sudeste e Sul.
| Posição | Estado | Redações Recebidas | % do Total |
|---|---|---|---|
| 1º | Rio de Janeiro | 228 | 20,56% |
| 2º | São Paulo | 214 | 19,29% |
| 3º | Rio Grande do Sul | 166 | 14,97% |
| 4º | Rio Grande do Norte | 111 | 10,01% |
| 5º | Minas Gerais | 108 | 9,74% |
| 6º | Ceará | 86 | 7,75% |
| 7º | Pará | 49 | 4,42% |
| 8º | Santa Catarina | 40 | 3,61% |
| 9º | Maranhão | 18 | 1,62% |
| 10º | Espírito Santo | 17 | 1,53% |
| 11º | Bahia | 14 | 1,26% |
| 12º | Mato Grosso do Sul | 13 | 1,17% |
| 13º | Pernambuco | 11 | 0,99% |
| 14º | Distrito Federal | 6 | 0,54% |
| 15º | Paraná | 6 | 0,54% |
| 16º | Piauí | 6 | 0,54% |
| 17º | Alagoas | 4 | 0,36% |
| 18º | Amazonas | 3 | 0,27% |
| 19º | Paraíba | 3 | 0,27% |
| 20º | Rondônia | 2 | 0,18% |
| 21º | Amapá | 1 | 0,09% |
| 22º | Goiás | 1 | 0,09% |
| 23º | Roraima | 1 | 0,09% |
| 24º | Tocantins | 1 | 0,09% |
| 25º | Acre | 0 | 0,00% |
| 26º | Mato Grosso | 0 | 0,00% |
| 27º | Sergipe | 0 | 0,00% |
O Ensino Médio concentrou mais da metade das participações, seguido pelo Ensino Fundamental e Ensino Superior, refletindo o interesse crescente entre os jovens de diferentes faixas etárias.
| Nível de Ensino | Redações Recebidas | % do Total |
|---|---|---|
| Ensino Médio | 587 | 52,93% |
| Ensino Fundamental | 441 | 39,77% |
| Ensino Superior | 81 | 7,30% |
| Total Geral | 1.109 | 100% |
Promovido anualmente pelo Cembra, com o apoio da MB, o concurso busca fortalecer a cultura oceânica e o sentimento de pertencimento ao mar, estimulando estudantes a refletirem sobre os desafios da sustentabilidade marinha e o papel estratégico da Amazônia Azul.
Ao unir educação, ciência e comunicação, a iniciativa contribui para aproximar a sociedade dos temas ligados ao mar brasileiro — um território de mais de 5,7 milhões de km², repleto de riquezas naturais, oportunidades econômicas e importância geopolítica.
Fonte: Agência Marinha de Notícias
Acesse: https://www.agencia.marinha.mil.br/
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Imperdível e emocionante PODCAST conduzido por Joel Jota e Flávio Augusto, Embaixador de Comunicação Estratégica da Marinha. Eles entrevistam a Tenente Rafaela do Centro de Comunicação Social da Marinha e o Capitão de Mar e Guerra, Rodrigo de Campos Carvalho, Subsecretário para o Plano de Levantamento da Plataforma Continental Brasileira (LEPLAC) da Cirm. Ao longo da entrevista, somos conduzidos a um universo que nos pertence mas que poucos brasileiros tem noção da sua importância e de seu vasto potencial libertador. Assunto de tamanha relevância é impregnado e não poderia ser diferente, por profundo sentimento solidário e outras nobres virtudes que nos inspiram a redobrar esforços cada vez maiores, para superar os obstáculos que possam estar entravando o Progresso. Com histórias emocionantes, são abordados temas como “Amazônia Azul“, o novo mapa completo do Brasil, Mentalidade Marítima e muito mais .

Assista o vídeo abaixo.
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]]>A palestra acontece no dia 24 deste mês a partir das 10h. O link para inscrições é este!
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